24 de julho de 2007

pensamento ocioso de uma amiga...

Não procures o príncipe encantado.
Procura antes o lobo mau...ele ouve-te melhor, vê-te melhor e ainda te come...

9 de julho de 2007

Probabilidades...

Qual a probabilidade de?

De pisar uma casca de banana: GRANDE

De cair e partir uma perna: MÉDIA

De perder o autocarro: GRANDE

De um gajo das Obras ver passar uma mulher e não largar uma qualquer brutidade como por exemplo “AHHHH papava-te toda”: NENHUMA

De ir na rua, em Lisboa e ver o Brad Pitt: NENHUMA (sim, eu se fosse a Angelina Jolie também não o deixava sair de casa, aliás amarrava-o á cama mesmo...)

De um homem aparentemente interessante abrir a boca e não dizer uma parvoíce como “Já viste os Transformers?” – MÈDIA

De um homem não ter pancada por lésbicas: NENHUMA

Do Cristiano Ronaldo não mudar de namorada três vezes no próximo mês: NENHUMA (tendo em conta que é Agosto, o calor aperta...há pouca roupa, o rapaz é novinho, tem muita energia, percebe-se enfim, não poder ser só fazer o gosto aos pés...)

De ter que explicar a um gajo o que é o SPM: GRANDE

De encontrar um gajo, inteligente, bonito e que valha a pena: NENHUMA multiplicada ao infinito!!!!

Já não há homens Desar[amantes]

desarmante
adjectivo 2 géneros
1. que desarma;
2. convincente;
3. enternecedor;
(De desarmar+-ante)

fonte: Infopedia.


É tristemente realidade, tudo hoje é muito fácil, muito rápido muito passageiro e acima de tudo sem significado, chega a um ponto que quase nem é preciso perguntar o nome.

As relações são pontos de passagem para novas relações e os homens sabem que em qualquer outra esquina há outra relação à sua espera, sem grandes demoras nem esforços.

Assim o Homem, convincente, enternecedor, que desarma, não existe mais. O Homem que conquistava, procurava mostrar o quanto podia precisar de alguém, que se esforçava, que comprava flores, fazia serenatas, corria atrás, que se entregava, morreu.

Hoje há gajos que vão aquele sitio, naquelas noites, que se inscrevem em sites e se publicitam, que respondem a anúncios, porque sabem que irão ter uma resposta, qualquer uma desde que positiva.

Que é feito do arrebatamento? Do prazer da luta antes da conquista? Daquele sabor de vitória? Da luxúria de uma paixão contida? Da verdadeira vontade de alguém e não só de um corpo, de umas formas sem nome, nacionalidade, livro preferido, cheiro?

Estamos no tempo de relações assépticas, de falsas paixões, de quartos improvisados, de encontros rápidos e sem significado e de Homens que já não são Homens, são bestas, sem clemência nem respeito pelas presas.

Caríssimas e se por acaso encontrarem um destes Homens que ainda são desarmantes, COLOQUEM-NOS EM FORMOL, e clonem para venda a outras!!! É o negocio do século!

4 de julho de 2007

CONSELHOS AO HOMEM ADÚLTERO (texto enviado e sugerido por uma amiga. Obrigada por partilhar)


Crónica por Ana Marques
em 02/07/2007 11:28:12 no site http://www.escritacriativa.com/modules/news3/article.php?storyid=386


“Se é adúltero mas não tem muito tempo nem paciência ou imaginação para se ausentar de casa sem levantar suspeitas leve em consideração o seguinte: Evite as mulheres normais. Mesmo que tenha sorte em encontrar uma disponível que tenha as hormonas no sítio afaste-se dela. As mulheres normais não se contentam com sexo apenas. Muito menos com rapidinhas de quinze minutos de dois em dois meses.

A apoiar esta teoria atente-se naquela popular canção da Mónica Sintra, que até já tem versão em inglês, sobre o papel da “outra” Repare-se no último verso do refrão: “afinal eu era só o amor das horas vagas”. Temos a palavra HORAS e a palavra AMOR. Portanto, resumindo, se não se dispões das tais horitas semanais e de um pouco se sentimento para dispensar à rapariga, esqueça a “ Mónica” e vá ás profissionais. É rápido, barato e alivia.
Vamos elevar os argumentos. Existe um filme de um realizador chamado Wang Kar-Wai que tem como título em português “Disponível para amar”. Podia referir vários igualmente fascinantes do mesmo cineasta de Hong-Kong como por exemplo o 2046. Mas este é o que interessa agora analisar. Suspeito que algo ficou” lost in translation” pois na minha opinião deveria ter sido traduzido como “ Indisponível para amar” Em mandarim, o título original é: DUT YEUNG NIN WA. ( Se alguém entender mandarim pode por favor ajudar-me a clarificar este ponto?)

A história é a seguinte: dois vizinhos cujos respectivos cônjuges lhes são infiéis, vivem muitas horas na companhia um do outro. Com o tempo acabam por perceber que são almas gémeas. Mas não querem trilhar o mesmo caminho que os esposos adúlteros. Por isso ao longo de todo o filme amam-se mas nunca se tocam. É belíssimo!

Pois aquilo, que na tela é romântico, na vida real seria apenas tortura...chinesa.
Moral da história: ou sim ou sopas. Nem sempre o meio caminho é virtuoso. Ficar no meio-termo, no esfrega-esfrega, nos amassos e beijinhos não alivia a consciência. Apenas atormenta a alma e o corpo. Se não há coragem para ir em frente deve cortar-se o mal pela raiz: DESISTIR.

Nota: antes que se inicie alguma desnecessária polémica queria realçar que este texto não incita ao adultério. Ele é dirigido aos homens que já o praticam ou praticaram. Obviamente que se trata de uma minoria mas em democracia estas devem ser tomadas em conta. Por isso também já estou a preparar o próximo tema que será sobre o Lince Ibérico, que como certo sabem, é outro animal em vias de extinção.”

20 de junho de 2007

Ai a porra da conversa! que parte de um “não” é que um gajo não percebe?

Todos os homens devem ter uma espécie de barreira cerebral com a palavra “não” com a completa e total negação de algo, nomeadamente se for proferida por uma mulher.

Isto sucede nas mais variadas situações, estamos a falar de um simples pedido de passagem num corredor apertado de uma discoteca até ao momento embaraçoso em que ele acha que ela quer mesmo aquilo...

Caro amigos, deixem que vos deixe aqui uma palavra de quem vos quer bem, mas que lhe começa a faltar paciência para tanta incongruência.

Se alguém, nomeadamente mulher, faz cara de enfado, levanta o sobrolho, esbraceja, olha para vocês nos olhos e abana a cabeça, isso significa mesmo NÃO. Pode até nem ser uma negação tão pictórica mas é sentida, e muito provavelmente nem é tão explicita quanto necessário com a intenção de não parecer brusca.

E NÃO, o problema é mesmo com vocês. Não é com qualquer outro e o facto de a mulher dizer que não em certas e determinadas ocasiões é mesmo porque não quer ,não é para parecer difícil nem tem aspirações a ser a próxima Sharon Stone.

17 de junho de 2007

Gajos que acham que as mulheres são como um animal de estimação

Que a maioria dos homens não trata propriamente bem nem com respeito a maioria das mulheres não é novidade para ninguém.

Mas existem de facto certos homens que chegam ao cumulo de achar que as “suas” mulheres são autênticos animais de estimação. Obviamente, não no sentido mais literal em que lhes dão um osso e esperam que elas ladrem de contentamento e muito menos que abanem a cauda...mas quase.

Estes homens dão de facto a estas mulheres pequenos agrados para as manterem felizes e para terem a certeza de que as têm “amarradas”, tal como um dono faz ao seu cavalo quando ele completa uma prova com sucesso. No caso da mulher faz o jantar, leva o pequeno almoço à cama e quem sabe recebe um relógio caro em vez do tradicional torrão de açúcar.

Além disso sempre que necessário também levam as suas mulheres a passear, normalmente tal como qualquer caniche que se preze também as aperaltam com acessórios, maquilhagem e afins para as poderem passear com o maior dos orgulhos em público. Em vez de trela optam pela mão dada, ou pela mão por cima do ombro a deixar bem claro a outros homens que essa mulher lhe pertence.

E por último a questão da disponibilidade constante, em que estes homens podem desaparecer, não dizer nada durante o tempo que lhe apetecer mas essas mulheres devem-lhe sempre obediência e fidelidade, faltando apenas andarem com um gizo ao pescoço ou esses homens com um apito para as chamarem de cada vez que precisam delas. O apito pode no entanto tomar formas mais tecnológicas, o mail, o telemovel, enfim....viva a aparente evolução...

29 de maio de 2007

O homem “um olho no burro e outro no cigano” – o UMBOCI


Os homens não deixam de me surpreender pela negativa. Detectei uma nova espécie de homem, o UMBOCI, uma variância mal engendrada do mirone clássico.

Ora estava eu muito embrenhada no meu livro quando começo com aquela sensação de que estou a ser observada, quando noto que está um tipo sentado a 20 metros da minha mesa de frente para mim, com uma rapariga sentada em frente dele.

Ela fala incessantemente, não sei sobre quê, mas uma de duas, ou o assunto era mesmo muito chato ou o tipo era mesmo um estupor. Porque durante o tempo todo que a rapariga dava largas à conversa ele não me tirava os olhos de cima, chegando mesmo a esboçar um sorriso tipo “chupava-te até ao tutano”.

Assim descobri o UMBOCI, cuja designação científicaé : homem “um olho no burro e outro no cigano”, mais conhecido por ser aquela espécie que tem uma tipa, ou pelo menos está com ela mas tem que estar sempre a apreciar à volta, sempre na esperança de poder encontrar outra…porque bom bom é estar sempre seguro e ter pelo menos duas! Nunca se sabe, quando uma deixa de agradar ou até mesmo tem a audácia de o deixar!

Este é o mais conhecido, trata-se de um UMBOCI SORRIRIS ESTUPIDOS.

Os UMBOCI’S deslocam-se em pares, normalmente acompanhados por mulheres, (apesar de já alguém ter visto a variância acompanhados por homens). Caracterizam-se pelo ar de estúpido, e por expressões faciais de engate brejeiro. Não emitem sons, pois não podem dar nas vistas ao tentar engatar a presa 2, enquanto endrominam a presa 1.

Estão espalhados por todo o Portugal com especial incidência nas grandes metrópoles Lisboa e Porto. O seu nível de evolução intelectual assemelha-se à de um Homem de Neandertal.

Existem outras subespécies além da primeira que vos relatei como o UMBOCI BEIJOQUEIRUS, o gajo que está a beijar a namorada e abre o cantinho do olho para inspeccionar as outras que passam.

Ou o UMBOCI CASADIOS CABRANACIS com a maior latosa de todos, que é o que está a conduzir com mulhere e filhos no carro e nos manda olhares através do vidro enquanto estamos nas filas de trânsito.

Todos eles dignos de um qualquer documental de David Attenborough.
Eles andam aí…


23 de maio de 2007

Mais uma pérola descoberta na imprensa nacional!

Homens mais depressivos

2007/05/22

Os homens são mais susceptíveis do que as mulheres a terem um episódio de depressão após o fim de uma relação, indica um estudo do instituto canadiano de estatísticas revelado esta terça-feira, escreve a Lusa.

O estudo, realizado a partir da base de dados tirados de um inquérito sobre a saúde da população, mostra que os homens e as mulheres que viveram uma ruptura numa relação, têm mais hipóteses de ter um episódio de depressão nos dois anos seguintes, do que o resto da população.

No entanto, os homens correm um risco de depressão claramente superior ao das suas companheiras.

Os homens com idades compreendidas entre os 20 e os 64 anos e que se divorciaram ou separaram têm seis vezes mais probabilidades de ter um episódio de depressão do que aqueles que vivem um relação. Por seu lado, as mulheres são apenas mais 3,5 vezes susceptíveis de ter uma depressão do que as que vivem uma relação.

O inquérito nacional sobre saúde da população, iniciado em 1994-95, recolhe dados em cada dois anos.

Em média, desde essa data, um pouco mais de quatro por cento das pessoas com idades entre os 20 e os 64 anos questionadas já não tinham uma relação quando, dois anos mais tarde, voltaram a ser questionadas.

Segundo o estudo, 12 por cento das pessoas que viveram uma ruptura afirmam ter tido uma depressão, contra três por cento das que continuaram a relação.
A maior parte das pessoas que afirma ter tido uma depressão não sofria já da doença quatro anos após a ruptura.

In: Portugal Diário

Primeiro que tudo. É ÓBVIO que este estudo não foi feito em Portugal. Porque ficar deprimido não é coisa de macho. Isso de ter depressões é coisa de bichona! Os nossos tugas são muitos senhores das suas partes baixas não há cá lamechisses dessas.

E depois acabou tá acabado e muito provavelmente ainda nem acabou já eles têm uma de reserva. Sim porque macho que é macho tem outra, ou talvez mesmo outras, não se vá dar o caso de se pirarem todas ao mesmo tempo.

De salientar também que este estudo só prova com estas estatísticas (apesar de serem no Canada) o quanto os homens precisam das mulheres, pois estão bem quando estão numa relação mas se ficam sozinhos...enfim é a depressão.

O que eu digo a isto é: Pessoal não se “rupturem” e acima de tudo não se deprimam, a vida são 2 dias e o Verão tá quase quase aí...e um mundo de possibilidades com ele.

21 de maio de 2007

Gostava de poder colocar um novo post...mas de facto a minha decepção é crescente

Estou de facto no auge do meu desespero. Começo a acreditar piamente que homens que valham a pena não existem. Só mesmo despojos de guerra, restos de batalhas sangrentas e de confrontos bélicos.

Os homens que de facto não estão ocupados, são uma sombra, um nada misturado com muita vida por viver e sem interesse nenhum pelo intelectualmente estimulante, e muito menos por mulheres interessantes. E entenda-se por isto: mulher bonita, inteligente, bem na vida.

O seu foco de atenção são gajas 95 copa D, cabelo oxigenado que podem mostrar aos amigos e depois têm as outras que não podem mostrar e que escondem nos seus abraços, em noites fugidias, no escuro, porque é delas que realmente gostam, mas são muito machos para admitir, porque ganham mais que eles, até sabem do que falam e chegam mesmo a representar uma ameaça quando falam de coisas que nem os seus amigos percebem, que é quase tudo menos futebol!

Estes homens são seres que têm feridas de guerra profundas, cicatrizes que sagram quando se toca bem fundo, a cura não existe para eles. São mercadoria com defeito e a sua garantia há muito expirou. Os anos fazem deles eremitas no seu mundo de ilusões, frios cubos de gelo que não conhecem sentimentos. Ou pelo menos assim querem fazer acreditar ao mundo, porque no fundo não passa de uma máscara que teimam em não deixar caír.

È como diz a musica de Maria Rita, são todos uns “caras valentes”.
Mas nós também somos muito Amazonas!!!

Maria Rita Cara Valente



Letra


Não, ele não vai mais dobrar

Pode até se acostumar

Ele vai viver sozinho

Desaprendeu a dividir

Foi escolher o mal-me-quer

Entre o amor de uma mulher

E as certezas do caminho

Ele não pôde se entregar

E agora vai ter de pagar com o coração, olha lá

Ele não é felizSempre diz

Que é do tipo cara valente

Mas, veja só

A gente sabe

Esse humor é coisa de um rapaz

Que sem ter proteção

Foi se esconder atrás

Da cara de vilão

Então, não faz assim, rapaz

Não bota esse cartazA gente não cai, não

Ê! Ê!Ele não é de nada

Oiá!!!Essa cara amarrada

É só Um jeito de viver na piorÊ! Ê!

Ele não é de nada

Oiá!!!Essa cara amarrada

É só Um jeito de viver nesse mundo de mágoas

Ele não é de nada



8 de maio de 2007

Os homens são umas bestas, mas no trânsito atingem o seu auge de monstruosidade

É deveras impressionante como o sangue das partes baixas de um gajo lhe pode subir tão rapidamente à cabeça, nomeadamente quando está a conduzir.

Cena típica, mulher sozinha ao volante de um automóvel minimamente apresentável, homem na fila ao lado com ar de quem não come uma rosca há mais de um mês, mulher abre pisca para mudar de faixa…o tipo sofre então uma transformação radical, é agora uma espécie de Mamute, que expele lava e cravando o pé no acelerador de forma a arrancar rapidamente e não deixar a mulher passar para a sua faixa, simplesmente…porque não, mais vale bater-lhe pagar uma pipa de arranjo, mas a mulher passar-lhe à frente, NEM PENSAR!

Depois temos a típica cena do gajo que se depara com uma situação em que de facto é obrigado a dar prioridade à mulher, como em cruzamentos e aí infelizmente todos temos uma capacidade de conseguir ler os lábios, nomeadamente quando o imbecil está praticamente aos berros dentro do carro a largar um jorrilho de asneiras que fazem corar o Portuense mais ferrenho.

Mas porque será que se em vez de sozinhas levamos um apêndice no banco do lado (que é como quem diz um gajo) nada disso se passa, é alguma espécie de acordo de cavalheiros? Será que pensam qualquer coisa do género…”Ah! a gaja tá acompanhada tem dois dedos de testa, vou deixá-la passar!”

ATRASADOS MENTAIS…TODOS! O do lado e o que está dentro do outro carro. Que só sabem pensar com as partes baixas e só sabem falar com respeito e com carinho quando querem colo ou cama ou o RAIO QUE OS PARTA.

De agora em diante vou ter sempre no carro, além do colete, um frasco de tabasco, um taco de basebol e uma corda, o primeiro para as bocas mais softs, e o segundo mesmo para descarregar a minha fúria no próximo anormal/animal que me ofender no trânsito, apenas porque a masculinidade dele e o cérebro reduzido não percebem que é possível de facto uma mulher ter um carro melhor que o dele!

E por último…a corda, altamente eficaz para atar um gajo á traseira do meu carro e ir dar uma volta até Badajoz com ele pendurado.

Que linda melodia para uma linda poesia...há pessoas verdadeiramente inspiradas que merecem ser homenageadas...aqui fica mais uma pérola!

The Divine Comedy - Generation Sex

Generation sex
Respects
The rights
Of girls
Who want to take their clothes off
As long as we can all watch thats okay
And generation sex
Elects
The type
Of guys
You wouldnt leave your kids with
And shouts off with their heads if they get laid
Lovers watch their backs
As hacks
In macs
Take snaps
Through telephoto lenses
Chase mercedes benzes through the night
A mourning nation weeps
And wailsBut keeps
The sales
Of evil tabloids healthy
The poor protect the wealthy in this world
Generation sex
Injects
The sperm
Of worms
Into the eggs of field mice
So you can look real nice for the boys
And generation sex
Is me

5 de maio de 2007

Será que a culpa de tudo isto é das Alterações Climáticas?


Nesta altura que supostamente começa a ficar calor, que os ânimos ficam mais quentes e que as hormonas estão mais alteradas...o que está de facto a acontecer? nada.

A temperatura é baixa, as pessoas parecem uns blocos de gelo e os gajos mais se assemelham a ursos polares a afogarem-se a tentar agarrar o ultimo pedaço de icebergue.

E pergunto-me, será que o senhor Al-Gore tem mesmo alguma razão? As coisas estão a mudar, a culpa é dos humanos e o nosso futuro está mesmo em risco?

Se pensarmos que: não há mais calor, os ânimos não sobem, logo não há mais gente a desejar-se, logo há menos sexo, logo há menos procriação, logo a raça humana está ameaçada, faz algum sentido.

Mas também se chove muito, a vontade de ficar em casa é maior, há mais frio, logo há mais tempo disponível entre quatro paredes aliado a grandes doses de imaginação e elasticidade, pode levar a mais crianças. Não se percebe...

Ó senhor Gore, aceite então aqui uma sugestão e porque não começar isso sim, a arranjar dicas de redução de emissões de CO2, que possam contribuir activamente para as hipóteses de redução do risco de desaparecimento da raça humana, bem como, de mitigar o flagelo das Alterações Climáticas, como por exemplo:

- Utilize lâmpadas eficientes, instale a lâmpada empoleirando-se num escadote apenas com uma toalha à cintura, no dia em que a sua mulher que está consigo entre na altura em que a mesma toalha decide desprender-se.

- Desligue o carro em paragens curtas e aproveite e abra o vidro e diga à senhora que está ao seu lado o bonita que é e de como gostaria de lhe oferecer o mundo.


- Opte por tomar duche em vez de banho de imersão, ou então aprovei-te e tome sempre o duche em conjunto com outro alguém evitando assim um maior numero de litros de água gastos.

- etc...


É apenas uma questão de conseguirmos ver o lado positivo deste que é o maior flagelo do Séc. XXI, as Alterações climáticas e ao mesmo tempo contribuirmos activamente para a preservação da raça humana. Vá lá colaborem.





1 de maio de 2007

Seguro contra Todos-os-homens



É urgente a criação de um produto que proteja as mulheres desta raça. Que nos salvaguarde de decepções, tristezas e principalmente de estafermos. Um seguro cujo objectivo fosse a protecção contra todo o tipo de coisas que nos podem acontecer quando “adquirimos” um gajo.

Quiçá mesmo uma espécie de Garantia, tal e qual como quando compramos um novo electrodoméstico. Pois ao deixar entrar um homem na nossa vida o processo é de tão alto envolvimento como a compra de um carro.

Ora vejamos, despendemos bastante tempo a encontrar as características perfeitas que pretendemos encontrar em ambos como, as linhas, o espaço, a cor, a potência, a segurança que nos oferece, etc. Mas depois existe o preço que estamos dispostas a pagar ao adquirir qualquer um destes “bens”, o carro ou o homem.

Pois se acharmos que reúnem as características pretendidas estamos dispostas a pagar um preço mais alto, a sacrificar inclusive outras partes de nós para conseguir o que mais queremos, ou simplesmente queremos algo que nos leve de A para B, sem outras grandes expectativas.

No entanto aí reside a grande diferença. Pois no caso da viatura temos a certeza de que estamos asseguradas, que quando estivermos em apuros á distância de um telefonema estará um reboque e um mecânico, que em caso de acidente e de nos magoarmos temos uma equipa médica à nossa espera, no caso de um homem não, se existir algum “acidente”, se nos magoarmos, não há Declaração Amigável que nos salvaguarde.

26 de abril de 2007

Leónidas e sus muchachos, 300 Espartanos como já não se fazem


Mulheres deste país, se ainda não tiveram oportunidade de ir ver o filme 300, por favor arranjem umas horas das vossas agendas para poderem deleitar-se com esta obra-prima do casting masculino jamais exibida em película (mas para não ser injusta, o casting feminino apesar de escasso é de facto também muito favorável).

Não há decepção possível com o Rei Leónidas e sus muchachos. Eu pessoalmente não me encantei com o rei, mas sim com um dos guerreiros, “Astinos”, que enfim, o rapaz era…um bom…guerreiro, destilava saúde.

São mais de duas horas de puro deleite, há espartanos para todos os gostos. E melhor, são 300 homens que vão para a batalha com a farda mais reduzida de todos os tempos e com o corpo mais escultural e depilado jamais visto, e a juntar a isto tudo NÂO são gays, ao contrário do que dizem certas vozes dissonantes.

A única baixa a lamentar nesta película é a tamanha maldade que fizeram a Rodrigo Santoro, um óptimo espécime da raça masculina que está a roçar o bizarro, mas que mesmo assim debaixo de tanta maquilhagem, se consegue vislumbrar, o sorriso e os olhos brilhantes.

E como se todo esta volúpia, alguém no portal sobre cinema do sapo, esqueceu-se de colocar um acento num local estratégico, e a batalha onde se defrontam Espartanos e Persas, ganhou uma nova designação a batalha de TERMOPILAS, quando deveria chamar-se Termópilas.

Ora, isto é motivo para o tecer de mil e uma elações e outro tipo de comentários jocosos, relacionados com a potência dos Espartanos em termos da sua masculinidade, bem como a imaginação poderia voar ainda mais alto e tentar adivinhar o que passava pela cabeça do(a) copy do texto do portal do Sapo ao renomear a batalha.

Acredito que muito provavelmente o texto tenha sido realizado depois de ver o filme, porque é inevitável não ter pensamentos pecaminosos depois de tamanha descarga de adrenalina, misturada com tão baixo nível de roupa em tais corpos trabalhados, depilados e oleados.

É caso para dizer que saímos de lá com a alma lavada, apesar depois da triste injecção de realidade que nos espera ao sair do cinema....já não se fazem Espartanos como dantes.


ASTINOS
Tom Wisdom





XERXES
Rodrigo Santoro


23 de abril de 2007

A importância da roupa interior







Homens de Portugal, da Europa e do mundo...roupa interior é um adereço de extrema importância! Poupem-nos da cueca azul, cinzenta, semi larga, do boxer em que quase consegue dar uma volta sobre vocês mesmos, que mais parece um pano da cozinha, e pior!!! dos boxers com bonecos! Quem inventou semelhante estupidez??!!!

Como é possível alguém ficar excitado a um olhar para um gajo com uma imagem do Duffy Duck mesmo ao lado do centro da sua masculinidade sem pensar: mas que raios faz ali o pato??? E mais, que faço eu com este gajo!

É difícil não perder o interesse num tipo que quando tira a roupa nos oferece uma imagem dantesca, com uma roupa interior composta por um par de ceroilas cheia de borboto, que a mãe lhe ofereceu, porque este inverno está muito frio, SOCORRO!

Mas eu vou abster-me de tecer qualquer teoria sobre a influencia maternal na escolha da roupa interior dos homens deste pais, porque tenho a certeza que a maioria da mesma é comprada pela santa mãezinha desde que o rebento em questão nasceu, até ao momento que se encontra à minha frente com uns boxers amarelos com ursinhos com um ar tão feliz que só podem estar pedrados.

Caros, roupa interior sexy, shorts justos, cores discretas, ou melhor, nada. Como a vossa santa mãezinha vos trouxe ao mundo, que por alguma coisa esteve mais de 10 horas em trabalho de parto, para agora vocês enfrentarem a vossa missão na vida, satisfazer outra mulher.

Homem pé de chinelo



Não, não se trata de um caso de pobreza de um tipo desafortunado, mas sim de um dos maiores atentados à elegância e charme masculinos.

Há pior coisa que um homem de chinelos? Sim! Dois, sentados no Metro às 9h e gays.
Onde já se viu?! Além das óbvias consequências em termos de contagio de doenças, que nem ouso lembrar, que podem causar um par de pés ao leu, em pleno transporte público, existe o fulcral da questão: o horror!!!

Como é possível aquele par de energúmenos achar que aquilo é elegante, bonito, atraente?! Talvez seja algum fetiche gay que desconheço. Mas normalmente um fetiche está associado a alguma forma de elegância, provocação, e pés ao léu a mim a única coisa que me provoca é de facto, repugnância.

Pior que um homem de chinelos, só um homem com chinelos e meias turcas brancas com a boa da raquete estampada...desespero...

È claro que não tenho a veleidade de achar que um homem irá para a praia de Ténis ou de Botas de montanhismo, essa será a única situação em que se justifica a utilização de tal adereço, os chinelos.

Na praia, nomeadamente se estivermos a falar de um surfista, actividade que na sua maioria justifica este tipo de atitudes arrojadas no campo da elegância masculina, devido aos normais atributos deste espécime ligado á vida marinha, justifica com toda a legitimidade da utilização desta peça, aliás quem não ouvi aquela velha maxima?! “if you want to feel the waves f%&$ck with the surfist”, querem um especime que mereça mais que isto a utilização de chinelos??

12 de abril de 2007

A canção do bandido ou a balela de quem não quer dormir sozinho?

Eis a questão!
Já me devem conhecer o suficiente por aquilo que escrevo neste blogue, para saberem obviamente qual a minha resposta: a segunda hipótese, pois claro.

Não existe um pingo de sinceridade nas palavras de um homem, ou pelo menos que seja gratuita, tudo tem que ter um objectivo meticulosamente engendrado, e normalmente esse objectivo implica horizontalidade, ou em casos mais imaginativos outras posturas. Mas infelizmente nem isso. Os homens já não tem imaginação são um poço de vulgaridade, na sua grande maioria. Uns autênticos S. Francisco de Assis...não passam de missionários, if you know what i mean.

Bem mas divagações posturais à parte. Os homens estão não só com falta de imaginação neste campo, como também na retórica. Perderam o charme para a vulgaridade. Já não existem homens que leiam pelo menos, já nem digo um livro, mas quem sabe um jornal, (que até já são gratuitos)! numa tentaiva de mera aculturação, antes de tentarem ter uma conversa com uma mulher, subestimando assim de certa forma a inteligência da pessoa em questão falando sobre temas tão fluentes e interessantes como futebol, futebol, futebol, ou talvez o tempo.

Que é feito de coisas como falar de arte? discutir poesia? Fazer a corte antes de poder mexer? Pois já era! Agora manda-se umas “notas” canta-se a canção do bandido e espera-se que a pobre moribunda caía. E no fim de conseguir o saque: “obrigadinha por tudo e até sempre que vou cantar para outros coliseus”.

Aqui vos deixo a verdadeira canção do bandido,
EL MARIACHI, António Banderas:





E a versão mais recente do mesmo tipo de música mas mais sofisticada e à portuga,
EXPENSIVE SOUL, 13 Mulheres:


comentários para quê?