1 de março de 2007

Porra pós homens, a teoria de que não são mais que uma casa de banho.

Não sabem o que querem nem como querem, nem onde querem, nem para quê, nem de quem. Muitas mulheres estão na mesma situação, mas muito provavelmente porque muitos homens as obrigam. Damos por nós a pensar da mesma forma. Para quê?? Porquê chatear-nos, investir, dar-mos algo de nós, sermos especiais, quando se dá um pontapé numa pedra e saí um gajo?

A verdade é se uma mulher estiver apenas interessada na questão física, minhas caras amigas, fácil!fácil arranjar quem mate essa coceira! mais ainda que respirar. O problema é quando algumas mulheres acham que é possível encontrar num homem mais que um apêndice com um pénis ( e na maioria este segundo nem é grande coisa, já para não falar no desajeitado que é o gajo que o segura).

Isto a mim só me diz uma coisa. Estamos bem lixadas. Porque, de facto a teoria de que os homens são como casas de banho é verdadeira: ou são demasiado limpos e imaculados e nem vale a pena entrar, ou são tão sujos que nem com as vacinas todas contra as doenças tropicais lá se consegue estar ou então estão mesmo ocupados. Apesar de que esta ultima, nos tempos que correm para algumas senhoras também já não é propriamente um sinal proibido, mas sim um aguçar de desejo, mas sobre isso falaremos noutro post.

Ah vivam as coisas que funcionam a pilhas, a nossa liberdade e o Benicio Del Toro!

27 de fevereiro de 2007

Será que a única coisa autêntica é a cerveja?

Os humanos preocupam-me. Ao reler o texto de Miguel Esteves Cardoso, apercebi-me de que cada vez mais as coisas não têm sentido, as pessoas vivem por viver, não existem razões, os sentimentos estão perdidos no limbo do egoísmo, as prioridades na vida deixaram de ser a felicidade, para ser coisas como um T3 num condomínio fechado.

Nada mais é autêntico. O fingimento já não é só do poeta, como dizia o grande Fernando Pessoa, mas de todos.

Vivemos num tempo de stress, de corrida, já nem conseguimos sentir o cheiro, o sabor das coisas, passamos pelas nossas vidas como se estivéssemos a assistir a um mau filme de série B. Que raio de existência!

Uma flor já não cheira como antes, a comida é uma coisa semi prensada, pronta a deglutir, os olhos já não apreciam a beleza como antes. Que raio se passa connosco? Que é daquela sensação de lágrimas não contidas pela felicidade, daquele sentir de borboletas no estômago quando vimos aquele alguém especial?

Já para não falar nisso, o que faz alguém especial? Antes, naqueles “outros tempos”, provavelmente era simplesmente o carinho, um olhar, o cheiro, a forma de falar, o respeito, os lindos olhos avelã, as mãos definidas, os beijos sentidos...hoje não. As pessoas têm medo de sentir, de amar, preferem um fast-food de sentimentos, prazer rápido e pouca conversa e nada de misturas na vida uns dos outros.

Será que um abraço, uma caricia, um olhar já não são mais autênticos? Não passam de esquemas engendrados por mentes à procura de objectivos friamente calculados? Isto preocupa-me verdadeiramente. Como vamos conseguir perceber a sinceridade em alguém, se os olhos e as mãos mentem?

Aceitam-se sugestões!

Uma notícia enviada por uma amiga.

Há de facto personagens complexos na literatura nacional, vejamos por exemplo Simão de "Os Maias", mas de facto este lançamento supera tudo, um tipo que escreve um livro cujo protagonista é o pénis, nas suas mais ínfimas variâncias, problemas, questões e dúvidas existenciais, do orgão em si e do apêndice que o segura...o homem.

Tomo a liberdade de chamar especial atenção para a primeira escolha de palavras do jornalista do Diário Digital: «O pénis anda a dar dores de cabeça a muitos homens portugueses (...)», só isto dava para um novo post...

Já o nome do livro «O pénis - da masculinidade ao órgão masculino», também daria origem a mil e uma ilações...mas vou abster-me de tecer comentários pelo bem da minha própria sanidade feminina.
E finalmente destaco a expressão utilizada pelo autor para classificar o pénis como «um dos mais aperfeiçoados órgãos copuladores da natureza», sim porque de facto o coração, os rins ou até mesmo os pulmões perto deste orgão são meros adereços. Enfim haja paciência!!!
Sexólogo Nuno Monteiro Pereira lança livro sobre o pénis
(in Diário Digital)
O pénis anda a dar dores de cabeça a muitos homens portugueses, insatisfeitos com o tamanho do seu órgão sexual, mas nem sempre por este ser demasiado pequeno, pois também há quem se queixe de o ter grande demais.

O falo, principalmente o português, é a personagem principal do livro do sexólogo Nuno Monteiro Pereira «O pénis - da masculinidade ao órgão masculino», acabado de lançar pela editora Lidel, com o qual o leitor fica a conhecer vários estudos sobre a identidade, o culto e as características deste órgão.

Trata-se de investigações que revelam, por exemplo, como andam insatisfeitos alguns homens portugueses com o tamanho do seu órgão sexual, mesmo que em algumas situações não existam razões (tamanhos) que o justifiquem.

Outras há que as legitimam e exigem mesmo intervenções, do foro médico e psicológico.
Nuno Monteiro Pereira sintetiza nesta obra a investigação realizada sobre a dimensão peniana do homem português, concluindo que o comprimento médio do pénis português é de 9,85 centímetros, quando flácido, e de 15,82 centímetros, em estado erecto.

Medidas que não ficam por aqui, pois nem todos os pénis portugueses se revelam iguais, ou não fosse este «um dos mais aperfeiçoados órgãos copuladores da natureza», conforme lembra o autor.

Na sua pesquisa, Nuno Monteiro Pereira confirmou o mito popular que atribui um pénis maior aos homens de raça negra, já que estes possuem, em média, um falo com 11,90 centímetros, em flacidez, e 17,64 centímetros em estiramento (alongado).

Pelo contrário, o especialista deitou por terra «o mito popular de que os homens mais baixos possuiriam um pénis maior», pois os mais baixos contam com menos centímetros (também no falo) do que os altos, da mesma forma que os mais gordos «possuem uma dimensão peniana inferior aos homens mais magros».

Os pénis têm, contudo, muitos mais tamanhos e feitios. Há o micropénis (6,2 centímetros flácido e 10,9 centímetros em estiramento), o pénis pequeno (en tre 6,3 e oito centímetros em flacidez e 11 e 13 centímetros em estiramento), o pénis normal (entre 8,1 e 11,7 centímetros em flacidez e 13,1 e 17,2 centímetros em estiramento), o pénis grande (entre 11,8 e 13,5 centímetros flácido e 17,3 e 19,4 centímetros em estiramento) e o mega-pénis, com mais do que 13,6 centímetros flácido e mais do que 19,5 centímetros em estiramento.

Existem pénis em Portugal com 1% da população (cerca de 50 mil portugueses) possui um megapénis, e muitos gostariam de o não ter. Já pénis exagerados (cujo perímetro em flacidez ultrapassa os 11,6 centímetros) encontram-se em 4,8% da população masculina (240 mil portugueses).

26 de fevereiro de 2007

Amor vs Sexo: a teorização de Rita Lee

o Amor é fodido...mais conversa para quê...

Era inevitável deixar neste blog as palavras de alguém muito mais sábio que eu nestas questões das relações, das pessoas...e acima de tudo, as palavras de alguém que não tem medo de chamar as "coisas" pelo nomes. Esse grande ícone da cultura nacional: Miguel Esteves Cardoso. Aqui fica a minha homenagem e profunda identificação.

ELOGIO AO AMOR - Miguel Esteves Cardoso in Expresso

Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.

15 de fevereiro de 2007

Peço a vossa atenção para esta notícia:

Associação para o Planeamento da Família cria campanha “Não saias com qualquer uma”
A Associação para o Planeamento da Família apresentou a campanha “Não saias com qualquer uma”, cujo objectivo é promover a utilização do preservativo, o único que evita as infecções sexualmente transmissíveis. Esta campanha é uma tentativa de informar os jovens e adultos para que vejam que o uso do preservativo é um dos vários métodos contraceptivos mas só ele evita as infecções sexualmente transmissíveis. Não haverá inserções na comunicação social porque nenhum meio quis apoiar a campanha a título gratuito. (...)

FONTE:
www.meiosepublicidade.pt , 15 de Fevereiro de 2007

E agora pergunto-me eu! que material estranho têm os senhores e senhoras em vez de cérebro para criar e divulgar semelhante estupidez! Até arrisco em dizer serradura! Ou o que estariam a pensar quando deitaram cá para fora esta “coisa”.
Isto é de facto ofensivo para nós solteiros, para qualquer mulher que se preze e para qualquer pessoa da publicidade e/ou comunicação por tamanha vergonha de campanha.
Ainda para mais, tendo em conta que a associação responsável por esta campanha tem uma postura bastante louvável em relação a várias matérias, como a Interrupção Voluntária da Gravidez e representa de facto um importante papel na sociedade civil com campanhas de prevenção e sensibilização em relação à contracepção e planeamento familiar.
Assim peço encarecidamente a estes senhores para reconsiderarem esta campanha e este slogan, primeiro porque de facto faz parecer que só as mulheres têm doenças sexualmente transmissíveis e são causadoras dos problemas todos do mundo, nomeadamente das desgraças masculinas, isto já para não falar na descriminarão em relação à comunidade homossexual.
Para mais informações sobre a associação e a campanha podem consultar o site
www.apf.pt .

12 de fevereiro de 2007

Beleza...uma porra...cansada de ser sexy!

Nos tempos que correm é “se preso por ter cão e por não ter” passou a explicar: se uma mulher for bonita é assediada por uns, amada por outros e odiada por outros ou normamelmente por outras, ou seja é um rodopio de sentimentos e de sensações.
Ao falar por mim, que até sou uma rapariga jeitosa e bonita, a vida não é tão fácil como pode parecer aos meus queridos amigos. É claro que, muito provavelmente consigo mais facilmente que alguém se interesse por mim que qualquer outra que não tenha sido presenteada pelos santos paizinhos (como eu), mas muito provavelmente não passa disso mesmo, interesse.
O que é positivo em algumas ocasiões, como na altura de nos darem prioridade nas filas de trânsito, de ser atendida de imediato no mecânico, de ter copos de borla, de nos ajudarem a carregar os sacos das compras, enfim tem de facto algumas vantangens, mas estas são puramente materiais, o que é claramente uma desvantagem, muito porque a ultima coisa que uma mulher quer (digo eu) é ser tratada tipo um objecto de desejo puro e duro (ou não...). Sabendo que na maioria das vezes o interesse em nós não passa disso mesmo e que nem sequer querem saber quem somos, o que fazemos, que temos um curso superior...preferem pensar em nós de boca fechada e só a sorrir. E conseguir encontrar alguém que não pense assim, é como andar com uma vela na mão em dia de chuva e esperar que não se apague! Mas obviamente como me está sempre a lembrar uma amiga...que os(as) há, há! É preciso é saber procurar e ter grandes doses de paciência.
Pois no caso de uma rapariga “menos dotada” em termos de beleza puramente fisica, (porque há pessoas que são lindas por dentro), pelo menos quando alguém se interessa por elas muito provavelmente será mais verdadeiro e menos superficial, logo serão menos frustradas e provavelmente menos sofridas...ou não. Caramba uma pessoa nunca está contente com o que tem!

9 de fevereiro de 2007

“Solteiros” grupo de risco??

Neste país ser Solteiro é praticamente o mesmo que ter a Gripe das Aves, veja-se o acto de Dar Sangue. Um acto voluntário e altruísta (na maior parte das ocasiões) em que damos um pouco de nós para poder ajudar alguém. Para questões burocráticas e práticas claro fazem-nos as perguntas normais como “quantos anos tem? tem alguma doença infecciosa? Já deu sangue alguma vez?” e depois a pergunta fatal “è casado(a)?” (reparem...nem sequer se põe a hipótese de ser Solteiro). Este dialogo que vos relato aconteceu a uma amiga minha, (que à questão fatal muito provavelmente deu a resposta errada, como se isso fosse possivel) “não, sou solteira”, ao qual a enfermeira reagiu com ar esbugalhado, preocupado (que talvez se explica pelo facto de ela ser uma mulher bonita e jeitosa na casa dos 30 anos...mas isso dava para outro post), e pergunta “e tem tido muitos parceiros sexuais nos últimos meses?”. Primeiro, “parceiros sexuais” que é isto? uma espécie animal em vias de extinção? e segundo “nos últimos meses”?, assumindo que a pessoa está solteira há meses quiçá mesmo anos! De facto o topete da senhora! Gostaria que alguém explicasse a esta senhora e ás pessoas que criam estas regras que: as pessoas que são casadas podem [também] não ter apenas um parceiro e aliás podem mesmo ter um Marido ou uma Esposa e além desse(a) vários “parceiros sexuais”, mas só pelo facto de assinarem um papel e terem uma argola no dedo tipo identificação de pombo faz deles uma classe completamente diferente já não estão incluídos nos Grupos de Risco?! Enfim haja pachorra!

8 de fevereiro de 2007

Vamos dar voz também aos homens...

Conversa com um grande amigo, a propósito de homens, relações, mulheres "amor em tempos de cólera"... pode ser que dê algumas respostas a quem precisa. Ou não.

NL.: Noir_Lulu, Eu
MF.: Male Friend. O meu grande amigo, obrigada lindo!

NL.: Como vêm os homens de mais de 30 uma mulher?
MF.: Basicamente continuamos a pensar como os de 15 os de 20 e os de 25 etc....e por aí adiante.
Isso não tem a ver directamente com o facto de seres homem ou não. Os instintos estão sempre lá e à flor da pele. Trata-se de os conseguires controlar, trata-se de saber se estás bem acompanhado, se não tens oportunidade (isso muitas vezes é que estraga tudo) e de estares mentalmente disponível para determinado tipo de mulher.
As mulheres como tu requerem um tipo de pré-disposição que não é muito habitual. Outro tipo de mulheres, tipo flausina, não é preciso pré-disposiçaõ nenhuma. É so quereres...

NL.: pré-disposição que não é muito habitual?
MF: A maior parte dos homens quando está ao ataque não quer ninguém que d~e muita luta, certo? É só para curtir uns tempos.
é este tipo de pré-disposição.
Mas nós somos muito básicos - ATENÇÃO!
Desde que tenhamos copos, amigos, umas gaijas, futebol ou outro desporto qq, está tudo bem.

NL.: Bem me parecia...
MF.: De resto as coisas são dispensáveis para nós.

NL.: e que porque consideram que ter (a certa altura) uma mulher é importante?...se é que sequer pensam nisso
MF.: Isso, normalmente, não é uma coisa premeditada. Aparece naturalmente. quano vais à caça, não!
Apaixonares-te por alguém surge naturalmente, certo?
NL.: Certo
MF.: Normalmente os homens pensam assim:
Hey que gaja boa! Saltava-lhe em cima!
Quando não dizemos nada aos amigos e nos metemos com ela é pq normalmente lhe achamos piada

NL.: gostei dessa teoria...do não dizer aos amigos (risos)
mas essa tendência do tipo a fazer-se à tipa não está cada vez mais a perder-se?

MF.: Talvez...mas vai-se diluindo um bocado por que vocês também atacam!
NL.: e isso é mau?
MF. :É giro, toda a gente gosta de se sentir desejada, certo?


NL.: claro faz sentido
e achas q uma mulher deve dizer verdadeiramente aquilo que sente, ou de facto deves ter aqueles jogos idiotas do agora não falo agora não ligo, blá blá?
MF.: Sem exageros são interessantes. O que é fácil perde o interesse e o que é demasiado difícil torna-se aborrecido. É preciso conhecer as pessoas e perceber a melhor maneira de "jogar" com elas.
Interessantes e não interessantes.

NL.: Só isso?
MF.: Sim it's all that matters.

NL.: Então o q é para ti uma mulher interessante?
MF.: O "certo je ne sais quoi" faz toda a diferença!
Tu

NL.: obrigada (a corar)
MF.: Sim, mas não compliques as coisas isso é o mal das mulheres interessantes


NL.: E quando é o momento que devemos desistir de alguém?
MF.: Não há uma fórmula para isso, infelizmente...
Mas quando não nos sentimos desejados, respeitados, etc..é altura de ir!
A luta é boa, mas tem limites.

NL.: Percebo-te.
MF.: Porquê complicar?
Ou se quer ou não se quer.
Sim...
NL.: Tens toda a razão. Beijos. Brigados
MF: Acho que já respondi!
NL.: sim
MF.: Ou então quando encontras outra pessoa.
NL.: Pois essa tb é smp uma hipótese viável (risos)
MF.: Parece muito frio dizer isto, mas é o que muitas vezes acontece. Sem escândalos nem nada do género. Acontece.
Beijocas

NL.: Claro q n. è a vida. Faz parte dela.
fica bem

MF.: Por isso é as relações devem ser sempre interessantes com pessoas interessantes e interessadas.
NL.: Parece-me uma boa máxima
MF.: Depois mando -te a conta
NL.: Ok!!!

7 de fevereiro de 2007

Mais uma dica, desta feita de um amigo!...ai assim vou ficar um cadito confusa :S hihihi


Uma letra enviada por uma amiga, para colocar neste blog.

beijos grandes linda!!! e Gracias pela dica ;)


Kelis - Trick Me

Wooo
This is It Yeah
Wooo
Said I've paid my dues all that i've done
And I showed you that I love you more than once
Theres nothing left there to decide
Said you might trick me once
I won't let you trick me twice
Freedom to us has alwayz been a trick
Freedom to u has alwayz been who ever landed on your
dick
Seen it in you one too many times
Said you might trick me once
I won't let you trick me twice no
Might trick me once
I won't let you trick me twice
Might trick me once
I won't let you trick me twice no
Might trick me once
I won't let you trick me twice
No I won't let you trick me twice
Those days are old and overdone
And it's only cause i'm not with you that you make me
number one
Though I may love you
It hurts me deep inside Oh
Now you no longer have to hide
I used to be down with the late night hit
Started gettin' heavy when I really wasn't ready
Used my past to get in my mind
So I fell for your lies like all the time
I thought you were the shit to be playin around
Call the police theres a mad girl in town
Could'nt get even here without a sound
It's not how I wanna get down Yeah (You)
Might trick me once
I won't let you trick me twice
Might trick me once
I won't let you trick me twice no
Might trick me once
I won't let you trick me twice
No I won't let you trick me twice
No I won't let you trick me twice
And I've paid my dues all that i've done
And I showed you that I love you more than once
Theres nothing left there to decide
Ooh Trick me I won't let you trick me twice
You might trick me once
I won't let me trick you twice
You might trick me once
No I won't let me trick you twice no
You might trick me once
No I won't let me trick you twice
Woooo
Peace
Woooo
Woooo
Woooo

6 de fevereiro de 2007

E agora uma coisita para animar!

The Long Blondes, uma revelação e uma vocalista cheia de pica! Enjoy!!!

5 de fevereiro de 2007

Conhecer um homem é como um episódio do STAR TREK!


Se pensarmos bem, conseguimos rapidamente notar as semelhanças. Ora vejamos: uma nave espacial em território desconhecido, comandada por um corajoso e dedicado capitão (que até tem o seu próprio diário que faz questão de partilhar com todo o universo na verdadeira ascensão do termo), viagens sempre à conquista de territórios desconhecidos, e uma tripulação mais ou menos coesa e eficaz - assim se apresenta em poucas linhas e desculpem-me os Trekies deste mundo fora, esta série. Agora se a tentarmos espelhar na vida real, num processo de conquista de um homem. Uma nave espacial - uma mulher, em território desconhecido, igual portanto. Comandada pelo capitão que no caso da mulher ou é amor ou é pura libido (deixo isso ao critério de cada uma, visto ambas serem hipóteses perfeitamente aceitáveis), o diário do capitão também poderá dar azo a tecer algumas considerações, pois todas sabemos que uma vez por outra deixamos alguma coisa que por acaso era suposto ninguém [alguém] ler...mas adiante. O explorar de um planeta desconhecido - o homem, esse ser alienígena. A incerteza ao entrar no seu planeta e tentar perceber as suas intenções, igual em ambos os casos, STAR TREK e MULHER. E depois a tentativa de estabelecer contacto, para o qual se destaca uma equipa de especialistas ao planeta. Que no caso do Capt. Kirk eram tradutores, médico, psíquicos, enfim uma parafernália de pessoal cheio de poderes extra hiper mega ri-fixes. No caso da mulher serão eles a inteligência, os lindos olhos, um corpo escultural, uma conversa agradável, enfim as tretas do costume. O pior é que no nosso caso não existe um SPOCK para nos salvar com a sua capacidade poliglota e os seus conhecimentos de TODAS as culturas alienígenas. No nosso caso existe apenas a sorte, alguma sorte, pouca sorte ou a desgraça total. Pois poderemos ter sorte e encontrar um alienígena...(digo homem), interessante, carinhoso, simpático, um super-herói portanto...ou um estupor que simplesmente pela nossa pinta decida que hoje é um bom dia como outro qualquer para nos espezinhar, ou tentando não ser radical, encontrar um homem simplesmente que nos respeite e nos aceite como somos, enfim para concluir a vida é um Universo de possibilidades, apenas teremos que saber explorar novos planetas com as tácticas e a cautela devida, mas para nossa infelicidade se correr mal e perdermos a batalha contra o alienígena nada amigável, nunca poderemos proferir as palavras mágicas "Beam me up Scotty" e teletransportar-nos dali para fora.
P.S.: para quem não sabe o actor asiático da série original (na imagem) é hoje um ícone para os gays de todo o mundo assumindo a sua homossexualidade publicamente de modo a tentar diminuir a ignorância e a xenofobia nos EUA sobre esta questão. Ah ganda Homem!

Isto tá a precisar de alguma alma...

E Aprendemos

Após um tempo,
Aprendemos a diferença subtil
Entre segurar uma mão
E acorrentar uma alma,
E aprendemos
Que o amor não significa deitar-se
E uma companhia não significa segurança
E começamos a aprender...
Que os beijos não são contratos
E os presentes não são promessas
E começamos a aceitar as derrotas
De cabeca levantada e os olhos abertos
Aprendemos a construir
Todos os seus caminhos de hoje,
Porque a terra amanhã
É demasiado incerta para planos...
E os futuros têm um forma de ficarem
Pela metade.
E depois de um tempo
Aprendemos que se for demasiado,
Até um calorzinho do sol queima.
Assim plantamos nosso próprio jardim
E decoramos nossa própria alma,
Em vez de esperarmos que alguém nos traga flores.
E aprendemos que realmente podemos aguentar,
Que somos realmente fortes,
Que valemos realmente a pena,
E aprendemos e aprendemos...
E em cada dia aprendemos.


Copyright ©Jorge Luis Borges
Trad. para Português de Luís Eusébio

29 de janeiro de 2007

Se pensarmos bem, no fundo todos os homens têm algo de gays...

Que é feito dos homens a sério??? aqueles espécimes de barba rija e voz grossa??? que diziam coisas como "mulher passa-me aí os amendoins e uma mini", pois felizmente estão em vias de extinção, mas em compensação aparecem espécimes que se depilam praticamente mais que nós mulheres (o que obviamente tem as suas claras vantagens), mas que ao mesmo tempo nos cria algum desconforto discutir com um homem sobre qual o melhor creme para as olheiras...nem oito nem oitenta! São uma espécie adrógena, entre o homem e o gay. O que um senhor brilhante do mundo publicitário quis chamar de Metrossexuais. E que eu chamo "gajos que não têm muito bem a certeza de que lado pegam". Queremos um homem-macho, que se cuide mas que também não roce o gay... não ao homem bicha definitivamente! Queremos um homem que esteja á nossa altura no leito conjugal...mas que também nos ajude nas lides domésticas...enfim queremos o homem impossível. Porque de facto um homem que reuna estas características só pode ser gay e estar apaixonado por um Joaquim ou um Francisco qualquer. Mas também se possuir todas as características para ser o homem perfeito e for tudo aquilo que nos queremos achamos que ele é gay, vá-se lá perceber as mulheres!

A melhor argumentação de todos os tempos sobre a questão do Aborto!!!



P.S.: Este Ricardo Araújo Pereira...hummm hummm

26 de janeiro de 2007

As respostas certas e as respostas erradas...

De facto há dias que começo mesmo a perder a fé na raça humana. A nossa inteligência emocional, nomeadamente, é uma lacuna em ambos os géneros, feminino e masculino. As conversas, os telefones, os e-mails o msn, o meetic, o hi5...enfim. Apesar de termos todos estes meios de comunicar á nossa mão, os diálogos, as perguntas e as respostas são as mesmas desde há séculos e na maioria das vezes as mais erradas, ou melhor não aquelas que queremos ouvir. As conversas entre homens e mulheres são sempre abismos, autênticos buracos negros, nomeadamente no início de se conhecerem. O homem e a mulher a falarem, mais parecem duas portas a tentar comunicar e no fundo não entendem nada do que o outro quer dizer e não funcionam...ou por vezes sim, raras excepções existem de pessoas que por algum milagre da natureza conseguem comunicar e entender-se. E pergunto eu porquê? Porque será tudo tão difícil e as pessoas simplesmente não levam a vida na boa, sem pensar demais, sem questionar tanto? Muito provavelmente porque ser complicado faz parte do ser humano, as coisas demasiados fáceis também perdem a graça. ;-)

23 de janeiro de 2007

Porque insistem as mulheres em ler Revistas Femininas?

De facto as mulheres deste país precisam de luzes, algum tipo de sinais (quão Floribela) para perceber porque serão os homens deste país uns asnos...e a forma mais fácil de procurar são as nossas fantásticas revistas femininas. Vejamos, temos umas que nos mandam ser felizes, a "HAPPY", outras que nos dizem que somos a "MÁXIMA", outra que simplesmente nos identifica como "ELLE", ou aquela...e uma que não se percebe muito bem porque tem nome de música da Madonna, a "VOGUE" (que digamos de passagem teve o bom senso de não colocar qualquer outro nome como "LIKE A VIRGIN", que digamos não seria propriamente um titulo feliz e que não ajudaria muito às questões de auto-estima do mulherio nacional). Depois temos obviamente outras publicações que roçam a classificação de revista feminina com a pura e total falta de gosto, como a famosa "MARIA" que tristemente destronou a revista feminina do tempo das nossas mães, aquele grande ex-libris "A CRÓNICA FEMININA", que provavelmente em muito ajudou as nossas progenitoras já na sua altura a ter umas luzes. No mês passado achei que tinha encontrado a pólvora! quando vi na HAPPY, como as senhoras jornalistas (sim porque se pensarmos que a maioria da redacção são mulheres, mto provavelmente não compraríamos a revista, pensado que elas devem estar tão perdidas como nós), nos diziam "Onde encontrar o homem certo", e com bastante boa vontade nos indicam locais como bares ou quiçá mesmo bibliotecas onde engatar estas pérolas...apenas não nos ensinam a parte mais importante, QUE É PERCEBER QUAIS DELES VALEM REALMENTE A PENA...mas enfim a intenção é o que conta. E a nossa busca continua.

Halibut Rules!!!


Este Blog, é uma homenagem ás mulheres deste país à beira mar plantado e nomeadamente às minhas amigas, companheiras de luta! Nesta guerra dos sexos que é a vida.

E perguntam vocês que titulo é este?! dificil explicar, ainda para mais tendo em conta que não o vou fazer...por respeito às minhas amigas, que certamente irão perceber a razão desta expressão que define um estado de espírito, que tantas gargalhadas nos provocou.

Este Blog pretende ser acima de tudo um sitio que explore as relações humanas, uma especie de "Sexo e a Cidade" à portuguesa. Tendo em conta que se passa em Lisboa e não em Manhattan, e as personagens não são uma Carrie, uma Charlotte, uma Miranda e uma insaciável Samantha, mas sim uma Maria, uma Joana, uma Ana e tantas outras que queiram partilhar as suas aventuras de modo a todas nós podermos aprender com os erros e com as artimanhas das outras...sim porque elas existem!...as artimanhas! e as mulheres na cidade que pensam bastante em sexo tb!
Homens!!! aguardem-nos é desta que vamos denunciar tudo! Trick me once don't trick me twice, já dizia a musica!!