8 de maio de 2007
Os homens são umas bestas, mas no trânsito atingem o seu auge de monstruosidade
Cena típica, mulher sozinha ao volante de um automóvel minimamente apresentável, homem na fila ao lado com ar de quem não come uma rosca há mais de um mês, mulher abre pisca para mudar de faixa…o tipo sofre então uma transformação radical, é agora uma espécie de Mamute, que expele lava e cravando o pé no acelerador de forma a arrancar rapidamente e não deixar a mulher passar para a sua faixa, simplesmente…porque não, mais vale bater-lhe pagar uma pipa de arranjo, mas a mulher passar-lhe à frente, NEM PENSAR!
Depois temos a típica cena do gajo que se depara com uma situação em que de facto é obrigado a dar prioridade à mulher, como em cruzamentos e aí infelizmente todos temos uma capacidade de conseguir ler os lábios, nomeadamente quando o imbecil está praticamente aos berros dentro do carro a largar um jorrilho de asneiras que fazem corar o Portuense mais ferrenho.
Mas porque será que se em vez de sozinhas levamos um apêndice no banco do lado (que é como quem diz um gajo) nada disso se passa, é alguma espécie de acordo de cavalheiros? Será que pensam qualquer coisa do género…”Ah! a gaja tá acompanhada tem dois dedos de testa, vou deixá-la passar!”
ATRASADOS MENTAIS…TODOS! O do lado e o que está dentro do outro carro. Que só sabem pensar com as partes baixas e só sabem falar com respeito e com carinho quando querem colo ou cama ou o RAIO QUE OS PARTA.
De agora em diante vou ter sempre no carro, além do colete, um frasco de tabasco, um taco de basebol e uma corda, o primeiro para as bocas mais softs, e o segundo mesmo para descarregar a minha fúria no próximo anormal/animal que me ofender no trânsito, apenas porque a masculinidade dele e o cérebro reduzido não percebem que é possível de facto uma mulher ter um carro melhor que o dele!
E por último…a corda, altamente eficaz para atar um gajo á traseira do meu carro e ir dar uma volta até Badajoz com ele pendurado.
Que linda melodia para uma linda poesia...há pessoas verdadeiramente inspiradas que merecem ser homenageadas...aqui fica mais uma pérola!
5 de maio de 2007
Será que a culpa de tudo isto é das Alterações Climáticas?

A temperatura é baixa, as pessoas parecem uns blocos de gelo e os gajos mais se assemelham a ursos polares a afogarem-se a tentar agarrar o ultimo pedaço de icebergue.
E pergunto-me, será que o senhor Al-Gore tem mesmo alguma razão? As coisas estão a mudar, a culpa é dos humanos e o nosso futuro está mesmo em risco?
Se pensarmos que: não há mais calor, os ânimos não sobem, logo não há mais gente a desejar-se, logo há menos sexo, logo há menos procriação, logo a raça humana está ameaçada, faz algum sentido.
Mas também se chove muito, a vontade de ficar em casa é maior, há mais frio, logo há mais tempo disponível entre quatro paredes aliado a grandes doses de imaginação e elasticidade, pode levar a mais crianças. Não se percebe...
Ó senhor Gore, aceite então aqui uma sugestão e porque não começar isso sim, a arranjar dicas de redução de emissões de CO2, que possam contribuir activamente para as hipóteses de redução do risco de desaparecimento da raça humana, bem como, de mitigar o flagelo das Alterações Climáticas, como por exemplo:
- Utilize lâmpadas eficientes, instale a lâmpada empoleirando-se num escadote apenas com uma toalha à cintura, no dia em que a sua mulher que está consigo entre na altura em que a mesma toalha decide desprender-se.
- Desligue o carro em paragens curtas e aproveite e abra o vidro e diga à senhora que está ao seu lado o bonita que é e de como gostaria de lhe oferecer o mundo.
- Opte por tomar duche em vez de banho de imersão, ou então aprovei-te e tome sempre o duche em conjunto com outro alguém evitando assim um maior numero de litros de água gastos.
- etc...
É apenas uma questão de conseguirmos ver o lado positivo deste que é o maior flagelo do Séc. XXI, as Alterações climáticas e ao mesmo tempo contribuirmos activamente para a preservação da raça humana. Vá lá colaborem.
1 de maio de 2007
Seguro contra Todos-os-homens

É urgente a criação de um produto que proteja as mulheres desta raça. Que nos salvaguarde de decepções, tristezas e principalmente de estafermos. Um seguro cujo objectivo fosse a protecção contra todo o tipo de coisas que nos podem acontecer quando “adquirimos” um gajo.
Quiçá mesmo uma espécie de Garantia, tal e qual como quando compramos um novo electrodoméstico. Pois ao deixar entrar um homem na nossa vida o processo é de tão alto envolvimento como a compra de um carro.
Ora vejamos, despendemos bastante tempo a encontrar as características perfeitas que pretendemos encontrar em ambos como, as linhas, o espaço, a cor, a potência, a segurança que nos oferece, etc. Mas depois existe o preço que estamos dispostas a pagar ao adquirir qualquer um destes “bens”, o carro ou o homem.
Pois se acharmos que reúnem as características pretendidas estamos dispostas a pagar um preço mais alto, a sacrificar inclusive outras partes de nós para conseguir o que mais queremos, ou simplesmente queremos algo que nos leve de A para B, sem outras grandes expectativas.
No entanto aí reside a grande diferença. Pois no caso da viatura temos a certeza de que estamos asseguradas, que quando estivermos em apuros á distância de um telefonema estará um reboque e um mecânico, que em caso de acidente e de nos magoarmos temos uma equipa médica à nossa espera, no caso de um homem não, se existir algum “acidente”, se nos magoarmos, não há Declaração Amigável que nos salvaguarde.
26 de abril de 2007
Leónidas e sus muchachos, 300 Espartanos como já não se fazem

Não há decepção possível com o Rei Leónidas e sus muchachos. Eu pessoalmente não me encantei com o rei, mas sim com um dos guerreiros, “Astinos”, que enfim, o rapaz era…um bom…guerreiro, destilava saúde.
São mais de duas horas de puro deleite, há espartanos para todos os gostos. E melhor, são 300 homens que vão para a batalha com a farda mais reduzida de todos os tempos e com o corpo mais escultural e depilado jamais visto, e a juntar a isto tudo NÂO são gays, ao contrário do que dizem certas vozes dissonantes.
A única baixa a lamentar nesta película é a tamanha maldade que fizeram a Rodrigo Santoro, um óptimo espécime da raça masculina que está a roçar o bizarro, mas que mesmo assim debaixo de tanta maquilhagem, se consegue vislumbrar, o sorriso e os olhos brilhantes.
E como se todo esta volúpia, alguém no portal sobre cinema do sapo, esqueceu-se de colocar um acento num local estratégico, e a batalha onde se defrontam Espartanos e Persas, ganhou uma nova designação a batalha de TERMOPILAS, quando deveria chamar-se Termópilas.
Ora, isto é motivo para o tecer de mil e uma elações e outro tipo de comentários jocosos, relacionados com a potência dos Espartanos em termos da sua masculinidade, bem como a imaginação poderia voar ainda mais alto e tentar adivinhar o que passava pela cabeça do(a) copy do texto do portal do Sapo ao renomear a batalha.Acredito que muito provavelmente o texto tenha sido realizado depois de ver o filme, porque é inevitável não ter pensamentos pecaminosos depois de tamanha descarga de adrenalina, misturada com tão baixo nível de roupa em tais corpos trabalhados, depilados e oleados.
É caso para dizer que saímos de lá com a alma lavada, apesar depois da triste injecção de realidade que nos espera ao sair do cinema....já não se fazem Espartanos como dantes.
24 de abril de 2007
Mais uma grande mulher à qual eu não podia deixar de prestar a minha homenagem! VENHAM MAIS MULHERES DE FIBRA!
23 de abril de 2007
A importância da roupa interior

Como é possível alguém ficar excitado a um olhar para um gajo com uma imagem do Duffy Duck mesmo ao lado do centro da sua masculinidade sem pensar: mas que raios faz ali o pato??? E mais, que faço eu com este gajo!
É difícil não perder o interesse num tipo que quando tira a roupa nos oferece uma imagem dantesca, com uma roupa interior composta por um par de ceroilas cheia de borboto, que a mãe lhe ofereceu, porque este inverno está muito frio, SOCORRO!
Mas eu vou abster-me de tecer qualquer teoria sobre a influencia maternal na escolha da roupa interior dos homens deste pais, porque tenho a certeza que a maioria da mesma é comprada pela santa mãezinha desde que o rebento em questão nasceu, até ao momento que se encontra à minha frente com uns boxers amarelos com ursinhos com um ar tão feliz que só podem estar pedrados.
Caros, roupa interior sexy, shorts justos, cores discretas, ou melhor, nada. Como a vossa santa mãezinha vos trouxe ao mundo, que por alguma coisa esteve mais de 10 horas em trabalho de parto, para agora vocês enfrentarem a vossa missão na vida, satisfazer outra mulher.
Homem pé de chinelo

Não, não se trata de um caso de pobreza de um tipo desafortunado, mas sim de um dos maiores atentados à elegância e charme masculinos.
Há pior coisa que um homem de chinelos? Sim! Dois, sentados no Metro às 9h e gays.
Onde já se viu?! Além das óbvias consequências em termos de contagio de doenças, que nem ouso lembrar, que podem causar um par de pés ao leu, em pleno transporte público, existe o fulcral da questão: o horror!!!
Como é possível aquele par de energúmenos achar que aquilo é elegante, bonito, atraente?! Talvez seja algum fetiche gay que desconheço. Mas normalmente um fetiche está associado a alguma forma de elegância, provocação, e pés ao léu a mim a única coisa que me provoca é de facto, repugnância.
Pior que um homem de chinelos, só um homem com chinelos e meias turcas brancas com a boa da raquete estampada...desespero...
È claro que não tenho a veleidade de achar que um homem irá para a praia de Ténis ou de Botas de montanhismo, essa será a única situação em que se justifica a utilização de tal adereço, os chinelos.
Na praia, nomeadamente se estivermos a falar de um surfista, actividade que na sua maioria justifica este tipo de atitudes arrojadas no campo da elegância masculina, devido aos normais atributos deste espécime ligado á vida marinha, justifica com toda a legitimidade da utilização desta peça, aliás quem não ouvi aquela velha maxima?! “if you want to feel the waves f%&$ck with the surfist”, querem um especime que mereça mais que isto a utilização de chinelos??
12 de abril de 2007
A canção do bandido ou a balela de quem não quer dormir sozinho?
Eis a questão!
Já me devem conhecer o suficiente por aquilo que escrevo neste blogue, para saberem obviamente qual a minha resposta: a segunda hipótese, pois claro.
Não existe um pingo de sinceridade nas palavras de um homem, ou pelo menos que seja gratuita, tudo tem que ter um objectivo meticulosamente engendrado, e normalmente esse objectivo implica horizontalidade, ou em casos mais imaginativos outras posturas. Mas infelizmente nem isso. Os homens já não tem imaginação são um poço de vulgaridade, na sua grande maioria. Uns autênticos S. Francisco de Assis...não passam de missionários, if you know what i mean.
Bem mas divagações posturais à parte. Os homens estão não só com falta de imaginação neste campo, como também na retórica. Perderam o charme para a vulgaridade. Já não existem homens que leiam pelo menos, já nem digo um livro, mas quem sabe um jornal, (que até já são gratuitos)! numa tentaiva de mera aculturação, antes de tentarem ter uma conversa com uma mulher, subestimando assim de certa forma a inteligência da pessoa em questão falando sobre temas tão fluentes e interessantes como futebol, futebol, futebol, ou talvez o tempo.
Que é feito de coisas como falar de arte? discutir poesia? Fazer a corte antes de poder mexer? Pois já era! Agora manda-se umas “notas” canta-se a canção do bandido e espera-se que a pobre moribunda caía. E no fim de conseguir o saque: “obrigadinha por tudo e até sempre que vou cantar para outros coliseus”.
Aqui vos deixo a verdadeira canção do bandido,
EL MARIACHI, António Banderas:
E a versão mais recente do mesmo tipo de música mas mais sofisticada e à portuga,
EXPENSIVE SOUL, 13 Mulheres:
7 de abril de 2007
Quero um homem muito brasa…mas inteligente, será possível?
Encontram-se alguns homens que conseguem quase quase chegar perto desta definição de homem brasa, apresentam no entanto um problema…quando abrem a boca! JESUS!!! Que jorrilho de disparates, que tremendas baboseiras saem daqueles lábios que até ao momento em que começaram a emitir sons com os quais tentam formar palavras, numa triste tentativa de criar frases minimamente articuladas, mas que se revelam buracos sem fundo, ocos de sentidos que roçam mesmo a definição de planetas sem vida, nos pareceram sexys.
Para citar um exemplo que ilustra o meu desespero: cabelos claros, olhos verdes, Porsche ultimo modelo, lindo de morrer, fato Hugo Boss, gravata Carolina Herrera, 1,85m de puro ginásio, cabelo cuidado, sem aliança e sem marca de aliança (este último um factor importante), enfim um verdadeiro sonho, mas claro “quando a esmola é demais o pobre desconfia” e aqui a “pobre” que não é diferente, apesar de receosa aceitou o “Olá” e correspondeu com um sorriso que era um convite a um começo de conversa num cofee break de uma Conferência chatíssima, e eis que qual não é o meu espanto quando o Mister Almost Perfect se dirige á senhora para pedir um café e…ERA GAGO.
Interrogam-se vocês e o que tem isso de mal?...o homem tinha um Porsche! Nada! exceptuando o facto de que me dava uma enorme vontade de gargalhar estridentemente cada vez que o tipo fazia uma tentativa de pseudo conversação. Porque mais parecia uma batalha contra ele próprio conseguir articular vocábulo, só me lembrava um carro velho a tentar arrancar num dia de Inverno. Enfim um desastre.
E um outro exemplo, (e este muito portuga), do tipo que apesar do óptimo aspecto, que em 10 palavras que diz, 5 são coisas como “beca” ou “bués” e apesar de nos conhecer há menos de 2 horas chama-nos coisas como “minha boneca”, e “minha linda”, OK! Esta última é de por os cabelos em pé a qualquer uma! Só me apetece perguntar: “Aulas na Escola profissional Zézé Camarinha certo? E com toda a certeza passas-te com louvor. Estás verdadeiramente preparado para engatar bifas, que não saberiam distinguir um homem que valha a pena nem que lhe caísse no colo e trouxe-se um cartaz dependurado do pescoço”.
Homens…pensem duas vezes antes de dizerem disparates. Não caiam no erro de assumir que a mulher que têm à vossa frente que é lindíssima, é burra e/ou cretina, POIS NÃO É! E mais! Sabe perfeitamente o que quer e como quer e quando quer e acima de tudo aquilo que não quer.
1 de abril de 2007
Pior que um homem C%$”ÃO só mesmo um homem que o é e quer acreditar que não o é
Depois existe então o outro tipo de homem, aquele que age exactamente da mesma forma que o primeiro, mas com a agravante que acha que é diferente e que consegue manter as aparências, parecendo um menino de coro. São os piores! Porque o primeiro já se consegue detectar a milhas de distância, já o segundo consegue mantermos enganadas, durante horas, dias e algumas até meses! Não existe nenhum sinal, nenhum gesto, absolutamente nada, numa fase inicial, que nos diga que se trata de um destes espécimes. O pior é mesmo quando se chega à verdade e a decepção é sempre a pior das sensação que vem acompanhada por aquela outra, a desistência, que traz consigo a outra última “oh não!! outra vez um gajo destes, porque eu?!”.
Fiquem atentas mulheres, eles andam aí. E se econtrarem algum denunciem, só assim será possivel acabar com eles!!!
28 de março de 2007
Será uma mulher solteira como um semáforo verde?
O assédio começa logo de manhã, a caminho do metro, um rockabilly passa por mim e manda esta boca indescritivelmente idiota, “és uma caixinha de surpresas, tirava o papel todo de embrulho” e eu com uma vontade de o esmurrar, pois apesar da hora a minha irritação não diminui. Dou mais três passos e dirigi-me para a passadeira, e ouço o famoso “óooo boa”, a minha fúria aumenta substancialmente, acho mesmo que cheguei a deixar sair por entredentes, “vai para o diabo que te carregue”.
Estou já no metro, obviamente de phones. As manhãs são muito complicadas para conseguir assimilar-me a mim mesma quanto mais ouvir outros à minha volta. Qual não é o meu espanto quando me apercebo que praticamente da outra ponta da carruagem há um tipo a olhar para mim e a sorrir com aquele ar de que “pá é cedo mas já tou com fome”, digamos simplesmente que a minha capacidade de raciocino perdeu-se para dar lugar a uma raiva cega e mergulhei simplesmente os olhos no jornal e pensei que durante os próximos minutos que durar a viagem não os irei tirar.
E isto é apenas numa manhã, digamos que chego ao final do dia com vontade de dizimar a raça masculina com tamanha falta de bom senso e de originalidade e tão estupidificantes meteduras de pata.
Será mesmo que somos nós? Libertamos alguma hormona? Alguma luz? Algum sinal, que faça os homens pensar que estamos “disponíveis para aturar os seus tristes piropos?” ou serão eles mesmos que são mentalmente pouco desenvolvidos e têm que assediar, tudo o que mexe, tem duas mamas e menos de 60 kgs e mais de 1,49m.
21 de março de 2007
Este texto foi enviado por uma amiga...
20 de março de 2007
As manias dos homens ou os homens manientos
Que nos dizem coisas como “já reparas-te que tens uma linha pendurada do casaco?”, “porque saíste de casa sem base?” , “devias tirar o borboto dessa blusa” ou a melhor de todas “porque deixas-te a manteiga toda desalinhada quando barras-te a a torrada”. Pois é! Não é produto da minha imaginação, eles existem e andam aí. Controlam o penteado, a quantidade de Fairy utilizada na lavagem da loiça do pequeno almoço e que carro vamos comprar, em que lojas adquirimos as nossas roupas e afins. Por um lado, porque podem ser lojas pouco “adequadas” aos gostos dos senhores ou por outro, porque gastamos demasiado dinheiro nessas coisas. È o pesadelo completo!
Não sei então se estamos a falar de homens com manias, porque apresentam esta serie de tiques, ou se são homens manientos, que acham que podem fazer de uma mulher a sua dreamgirl, aquela que construiram com recortes de várias revistas, tipo lábios da Angelina Jolie com olhos de Linda Evangelista, pernas da Naomi Campbell e inteligência da Sharon Stone.
Meus caríssimos homens, ISSO NÃO EXISTE. E mais! aprendam de uma vez por todas que não é a rebaixar-nos e a tentar fazer de nós aquilo que não somos, que o vosso sonho de infância de se casarem com alguém igual à vossa santa mãe se vai realizar, muito pelo contrário, só vão contribuir para ficarem cada vez mais sozinhos e afastar qualquer mulher (que não seja a vossa mãe claro, cujo sonho é mesmo esse, vocês ficarem sozinhos, porque nenhuma mulher é boa o suficiente para o seu rico filho). Bah!
Jamais poderia não colocar esta noticia no blog!
CDS: «Os beirões não batem em mulheres», diz Hélder Amaral
O deputado do CDS/PP Hélder Amaral, eleito por Viseu, negou hoje, em declarações à Lusa, ter agredido Maria José Nogueira Pinto, deixando uma certeza: «Os beirões não batem em mulheres».
Nogueira Pinto, presidente do Conselho Nacional do CDS/PP, acusou hoje Hélder Amaral de a ter agredido pelas costas.
O deputado centrista, adiantando que uma reacção mais formal e lata será concretizada em conferência de imprensa, garante que se encontrava no grupo de pessoas que queria proteger Maria José Nogueira Pinto.
«Eu apenas estava a tentar fazer com que o engenheiro Anacoreta Correia, por ser amigo de Maria José Nogueira Pinto, a ela chegasse para a retirar daquela situação», afirmou.
«Deve ter olhado para as pessoas e só me terá visto a mim», ironizou Hélder Amaral, considerando ser essa a «única explicação» para as acusações de agressão que Maria José Nogueira Pinto fez ao eleito por Viseu.
Hélder Amaral é apoiante de Paulo Portas na corrida pela liderança do partido e foi o impulsionador de um movimento que exigia as eleições directas lançado logo após a declaração do ex-presidente do partido de que pretendia regressar ao cargo.
Diário Digital / Lusa
19-03-2007 18:57:00
E pior ainda! Comprovem que o senhor não só agrediu a deputada do CDS/PP covardemente, que é como quem diz bateu-lhe nas costas, e não sendo isso suficiente o senhor “beirão” alega ainda que não se tratou de um gesto dele mas sim de um colega.
Pelo que, permitam-me concluir e deixar talvez uma sugestão para um titulo alternativo da notícia: “os beirões não batem em mulheres, só as empurram, pedindo aos outros que façam o seu trabalho sujo”.
14 de março de 2007
Nouvelle Vague - TOO DRUNK TO FUCK...enfim mais comentários para quê?
13 de março de 2007
Métodos de “acabar” com alguém, a versão soft
Mas fiquemo-nos com a primeira interpretação. Porque não sei se por culpa da vinda da Primavera, o aumento da temperatura e consequente diminuição das peças de roupa utilizadas, as pessoas estão a “acabar” relações, amizades... das mais variadas formas, calmamente, abruptamente, com ódio, com pena, enfim haja variedade!
Certo é que quando se "acaba" outras aventuras começam, mas isso fica para outro post.
Podemos então passar a enumerar algum métodos de “acabamentos” (e permitam-me a chalaça):
Método da Adivinhação: quando a pessoa que quer acabar espera que a outra pessoa por sinais ocultos perceba que acabou e quando a primeira não percebe apanha uma fúria verdadeiramente indignada;
Método Houdini: quando o “acabante” desaparece da vida do “acabado” sem qualquer explicação;
Método Pressão: no qual a pessoa que quer acabar pressiona a outra em todos os pontos que sabe que a irão irritar para ser esta última de facto a acabar com a relação, conseguindo assim não ter que dar esse passo e fazer com que a outra pessoa sem sinta culpada.
E tantos outros...
E ao pensar nestes “acabamentos” (e permitam-me a chalaça), recordei um dos episódios da minha série favorita, O Sexo e Cidade, em que a Carrie é surpreendida com uma das formas mais bizarras que já assisti na minha vida de acabar com alguém: NUM POST-IT! Aqui vos deixo então mais uma prova da covardia dos homens e espero que se divirtam. A PRIMAVERA está quase aí!
9 de março de 2007
E já o cantor dizia...”já não há canções de amor”
Eu ainda sou do tempo em que os casais tinham sempre “uma música” que era aquela que sabiam que ao ouvir, era como se fosse sua, definia a forma como se sentiam, e demonstrava a ambos que tinham uma ligação e que até era bonita, mesmo que fosse a música de mais milhares de pessoas pelo mundo fora, era como se fosse só sua.
Havia músicas que eram ex-libris destas manifestações amorosas: “This one goes out to the one I love” dos REM, “Amor I Love you” da Marisa Monte, o “Linger” dos Cranberries, o “Black” dos Pearl Jam, ou o “november rain” dos Gun’s and Roses (e vou abserter-me de comentar o grau de foleirada de algumas das melodias aqui mencionadas).
Todas elas têm duas coisas em comum: falam de amor, mas são amargas, mesmo tristes, o que só demonstra uma coisa, que de facto o amor é bonito, tocante mas muito amargo.
Pois estas musicas tinham dois propósitos: deixar-nos com aquelas borboletas no estômago enquanto ao som delas tínhamos um sorriso estúpido no canto dos lábios enquanto nos recordávamos daquela pessoa e eram as musicas que ouvíamos quando queríamos libertar a tristeza, e a mágoa que essa pessoa nos tinha causado e chorávamos ao som das mesmas músicas que nos faziam sorrir, estranho não?
Hoje em dia, já não há canções de amor, não há poemas em comum, não há ligação. No máximo partilha-se a bebida, gostam-se dos mesmos filmes, mas pouco mais que isso.
Mas como me defino como uma pessoa contra corrente, e acredito que ainda é possível encontrar pessoas que não estão vazias por dentro, aqui vos deixo um teste, duas músicas e dois poemas, ouçam e leiam e vejam se vos lembra alguém e se vos deixa um sorriso estúpido no canto dos lábios e caso vos façam ficar tristes, tenham certeza de uma coisa, é porque essa pessoa não valia a pena!
MUSICA 1.
MUSICA 2.
POEMA 1.
É assim que te quero, amor,assim, amor, é que eu gosto de ti,
Pablo Neruda
POEMA 2.
Não posso adiar o amor para outro século
António Ramos Rosa
7 de março de 2007
Pode ser que o passado nos ajude a perceber o presente
E aqui fica uma Galeria de Fotos para as mais esquecidas. E vivam as mães deles!!!










