21 de março de 2007
Este texto foi enviado por uma amiga...
20 de março de 2007
As manias dos homens ou os homens manientos
Que nos dizem coisas como “já reparas-te que tens uma linha pendurada do casaco?”, “porque saíste de casa sem base?” , “devias tirar o borboto dessa blusa” ou a melhor de todas “porque deixas-te a manteiga toda desalinhada quando barras-te a a torrada”. Pois é! Não é produto da minha imaginação, eles existem e andam aí. Controlam o penteado, a quantidade de Fairy utilizada na lavagem da loiça do pequeno almoço e que carro vamos comprar, em que lojas adquirimos as nossas roupas e afins. Por um lado, porque podem ser lojas pouco “adequadas” aos gostos dos senhores ou por outro, porque gastamos demasiado dinheiro nessas coisas. È o pesadelo completo!
Não sei então se estamos a falar de homens com manias, porque apresentam esta serie de tiques, ou se são homens manientos, que acham que podem fazer de uma mulher a sua dreamgirl, aquela que construiram com recortes de várias revistas, tipo lábios da Angelina Jolie com olhos de Linda Evangelista, pernas da Naomi Campbell e inteligência da Sharon Stone.
Meus caríssimos homens, ISSO NÃO EXISTE. E mais! aprendam de uma vez por todas que não é a rebaixar-nos e a tentar fazer de nós aquilo que não somos, que o vosso sonho de infância de se casarem com alguém igual à vossa santa mãe se vai realizar, muito pelo contrário, só vão contribuir para ficarem cada vez mais sozinhos e afastar qualquer mulher (que não seja a vossa mãe claro, cujo sonho é mesmo esse, vocês ficarem sozinhos, porque nenhuma mulher é boa o suficiente para o seu rico filho). Bah!
Jamais poderia não colocar esta noticia no blog!
CDS: «Os beirões não batem em mulheres», diz Hélder Amaral
O deputado do CDS/PP Hélder Amaral, eleito por Viseu, negou hoje, em declarações à Lusa, ter agredido Maria José Nogueira Pinto, deixando uma certeza: «Os beirões não batem em mulheres».
Nogueira Pinto, presidente do Conselho Nacional do CDS/PP, acusou hoje Hélder Amaral de a ter agredido pelas costas.
O deputado centrista, adiantando que uma reacção mais formal e lata será concretizada em conferência de imprensa, garante que se encontrava no grupo de pessoas que queria proteger Maria José Nogueira Pinto.
«Eu apenas estava a tentar fazer com que o engenheiro Anacoreta Correia, por ser amigo de Maria José Nogueira Pinto, a ela chegasse para a retirar daquela situação», afirmou.
«Deve ter olhado para as pessoas e só me terá visto a mim», ironizou Hélder Amaral, considerando ser essa a «única explicação» para as acusações de agressão que Maria José Nogueira Pinto fez ao eleito por Viseu.
Hélder Amaral é apoiante de Paulo Portas na corrida pela liderança do partido e foi o impulsionador de um movimento que exigia as eleições directas lançado logo após a declaração do ex-presidente do partido de que pretendia regressar ao cargo.
Diário Digital / Lusa
19-03-2007 18:57:00
E pior ainda! Comprovem que o senhor não só agrediu a deputada do CDS/PP covardemente, que é como quem diz bateu-lhe nas costas, e não sendo isso suficiente o senhor “beirão” alega ainda que não se tratou de um gesto dele mas sim de um colega.
Pelo que, permitam-me concluir e deixar talvez uma sugestão para um titulo alternativo da notícia: “os beirões não batem em mulheres, só as empurram, pedindo aos outros que façam o seu trabalho sujo”.
14 de março de 2007
Nouvelle Vague - TOO DRUNK TO FUCK...enfim mais comentários para quê?
13 de março de 2007
Métodos de “acabar” com alguém, a versão soft
Mas fiquemo-nos com a primeira interpretação. Porque não sei se por culpa da vinda da Primavera, o aumento da temperatura e consequente diminuição das peças de roupa utilizadas, as pessoas estão a “acabar” relações, amizades... das mais variadas formas, calmamente, abruptamente, com ódio, com pena, enfim haja variedade!
Certo é que quando se "acaba" outras aventuras começam, mas isso fica para outro post.
Podemos então passar a enumerar algum métodos de “acabamentos” (e permitam-me a chalaça):
Método da Adivinhação: quando a pessoa que quer acabar espera que a outra pessoa por sinais ocultos perceba que acabou e quando a primeira não percebe apanha uma fúria verdadeiramente indignada;
Método Houdini: quando o “acabante” desaparece da vida do “acabado” sem qualquer explicação;
Método Pressão: no qual a pessoa que quer acabar pressiona a outra em todos os pontos que sabe que a irão irritar para ser esta última de facto a acabar com a relação, conseguindo assim não ter que dar esse passo e fazer com que a outra pessoa sem sinta culpada.
E tantos outros...
E ao pensar nestes “acabamentos” (e permitam-me a chalaça), recordei um dos episódios da minha série favorita, O Sexo e Cidade, em que a Carrie é surpreendida com uma das formas mais bizarras que já assisti na minha vida de acabar com alguém: NUM POST-IT! Aqui vos deixo então mais uma prova da covardia dos homens e espero que se divirtam. A PRIMAVERA está quase aí!
9 de março de 2007
E já o cantor dizia...”já não há canções de amor”
Eu ainda sou do tempo em que os casais tinham sempre “uma música” que era aquela que sabiam que ao ouvir, era como se fosse sua, definia a forma como se sentiam, e demonstrava a ambos que tinham uma ligação e que até era bonita, mesmo que fosse a música de mais milhares de pessoas pelo mundo fora, era como se fosse só sua.
Havia músicas que eram ex-libris destas manifestações amorosas: “This one goes out to the one I love” dos REM, “Amor I Love you” da Marisa Monte, o “Linger” dos Cranberries, o “Black” dos Pearl Jam, ou o “november rain” dos Gun’s and Roses (e vou abserter-me de comentar o grau de foleirada de algumas das melodias aqui mencionadas).
Todas elas têm duas coisas em comum: falam de amor, mas são amargas, mesmo tristes, o que só demonstra uma coisa, que de facto o amor é bonito, tocante mas muito amargo.
Pois estas musicas tinham dois propósitos: deixar-nos com aquelas borboletas no estômago enquanto ao som delas tínhamos um sorriso estúpido no canto dos lábios enquanto nos recordávamos daquela pessoa e eram as musicas que ouvíamos quando queríamos libertar a tristeza, e a mágoa que essa pessoa nos tinha causado e chorávamos ao som das mesmas músicas que nos faziam sorrir, estranho não?
Hoje em dia, já não há canções de amor, não há poemas em comum, não há ligação. No máximo partilha-se a bebida, gostam-se dos mesmos filmes, mas pouco mais que isso.
Mas como me defino como uma pessoa contra corrente, e acredito que ainda é possível encontrar pessoas que não estão vazias por dentro, aqui vos deixo um teste, duas músicas e dois poemas, ouçam e leiam e vejam se vos lembra alguém e se vos deixa um sorriso estúpido no canto dos lábios e caso vos façam ficar tristes, tenham certeza de uma coisa, é porque essa pessoa não valia a pena!
MUSICA 1.
MUSICA 2.
POEMA 1.
É assim que te quero, amor,assim, amor, é que eu gosto de ti,
Pablo Neruda
POEMA 2.
Não posso adiar o amor para outro século
António Ramos Rosa
7 de março de 2007
Pode ser que o passado nos ajude a perceber o presente
E aqui fica uma Galeria de Fotos para as mais esquecidas. E vivam as mães deles!!!





5 de março de 2007
Quais os limites da traição?

Não vale a pena negar, nenhum homem em todo o planeta terra e sistema solar tem um osso, um cabelo, um milímetro de pele de fidelidade. È algo mais forte que eles próprios. Nada os para, ser Filhos da Puta é mais forte que a sua própria masculinidade e na maioria das vezes as traições (e sim no plural, um raio que os parta a TODOS!!!) são com gajas bem mais horríveis que aquelas com que estão e COM TODA A CERTEZA muito mais burras. E isso se não for com um gajo...fim da linha mesmo!
Sim porque os homens têm medo de mulheres inteligentes, independentes, seguras de si próprias, preferem a tontinha com ar de bar de alterne com nomes de telenovela de segunda categoria como Mariza, Milena, Guidinha, Marlene...enfim mais piroso impossível.
E depois existem as novas tecnologias...a traição já não é no carro, no Hotel, os fins-de-semana fora...é o Meetic, as conversa no MSN, os comentários porcos no Hi5. Mas onde raios queremos nós chegar??? Já não é possível contentar-nos com as coisas simples? Puras e sinceras? Tudo tem que ter o seu quê de promiscuidade?
Os arabes é que têm razão, os castigos deveriam ser "olho por olho e dente por dente", eu sei bem o que lhes fazia, a esses senhores que desejam sempre mais qualquer "coisita"...pendurava-os pelos respectivos num espeto do talho a apanhar ar fresquinho! Para ver se lhe passava a vontade de vez!
Só vejo gente á minha volta a ficar magoado, triste, simplesmente por falta de respeito, por estupidez masculina, por quererem sempre mais que aquilo que têm, ou apenas outra coisa difente. Mas porquê? Que mente retardada a masculina que não sabe apreciar a sinceridade? São uns todos autistas! Sem ofensa aos próprios.
HOMENS PAREM E PENSEM! façam esse favor á humanidade...
Porque infelizmente só dão valor aquilo que têm quando o perdem. Triste não é?
4 de março de 2007
Há homens que são como uma droga
Ao ouvir a musica da Pink “Just Like a Pill” e em conversa com várias amigas, percebo que eles existem mesmo, e tal como uma Barbie toda as mulheres tiveram um mais tarde o mais cedo na vida.
São homens que tal como uma droga dura: dão um prazer imenso, viciam, deixam-nos atordoa-as, no final queremos sempre mais e as ressacas são brutais. As relações são tão intensas que a sua ausência chega a dilacerar-nos o peito, o prazer com eles é tão intenso que chega a enjoar-nos. Pena que não existam clinicas especializadas em desintoxicações de Homem Droga.
Pois algumas de nós recuperam e conseguem esquecer o vício, até mesmo sem sequelas, mas outras não, nunca mais a vida é a mesma depois de ter estado com um desses seres.
PINK - JUST LIKE A PILL
1 de março de 2007
Porra pós homens, a teoria de que não são mais que uma casa de banho.
A verdade é se uma mulher estiver apenas interessada na questão física, minhas caras amigas, fácil!fácil arranjar quem mate essa coceira! mais ainda que respirar. O problema é quando algumas mulheres acham que é possível encontrar num homem mais que um apêndice com um pénis ( e na maioria este segundo nem é grande coisa, já para não falar no desajeitado que é o gajo que o segura).
Isto a mim só me diz uma coisa. Estamos bem lixadas. Porque, de facto a teoria de que os homens são como casas de banho é verdadeira: ou são demasiado limpos e imaculados e nem vale a pena entrar, ou são tão sujos que nem com as vacinas todas contra as doenças tropicais lá se consegue estar ou então estão mesmo ocupados. Apesar de que esta ultima, nos tempos que correm para algumas senhoras também já não é propriamente um sinal proibido, mas sim um aguçar de desejo, mas sobre isso falaremos noutro post.
Ah vivam as coisas que funcionam a pilhas, a nossa liberdade e o Benicio Del Toro!
27 de fevereiro de 2007
Será que a única coisa autêntica é a cerveja?
Nada mais é autêntico. O fingimento já não é só do poeta, como dizia o grande Fernando Pessoa, mas de todos.
Vivemos num tempo de stress, de corrida, já nem conseguimos sentir o cheiro, o sabor das coisas, passamos pelas nossas vidas como se estivéssemos a assistir a um mau filme de série B. Que raio de existência!
Uma flor já não cheira como antes, a comida é uma coisa semi prensada, pronta a deglutir, os olhos já não apreciam a beleza como antes. Que raio se passa connosco? Que é daquela sensação de lágrimas não contidas pela felicidade, daquele sentir de borboletas no estômago quando vimos aquele alguém especial?
Já para não falar nisso, o que faz alguém especial? Antes, naqueles “outros tempos”, provavelmente era simplesmente o carinho, um olhar, o cheiro, a forma de falar, o respeito, os lindos olhos avelã, as mãos definidas, os beijos sentidos...hoje não. As pessoas têm medo de sentir, de amar, preferem um fast-food de sentimentos, prazer rápido e pouca conversa e nada de misturas na vida uns dos outros.
Será que um abraço, uma caricia, um olhar já não são mais autênticos? Não passam de esquemas engendrados por mentes à procura de objectivos friamente calculados? Isto preocupa-me verdadeiramente. Como vamos conseguir perceber a sinceridade em alguém, se os olhos e as mãos mentem?
Aceitam-se sugestões!
Uma notícia enviada por uma amiga.
Tomo a liberdade de chamar especial atenção para a primeira escolha de palavras do jornalista do Diário Digital: «O pénis anda a dar dores de cabeça a muitos homens portugueses (...)», só isto dava para um novo post...
Já o nome do livro «O pénis - da masculinidade ao órgão masculino», também daria origem a mil e uma ilações...mas vou abster-me de tecer comentários pelo bem da minha própria sanidade feminina.
E finalmente destaco a expressão utilizada pelo autor para classificar o pénis como «um dos mais aperfeiçoados órgãos copuladores da natureza», sim porque de facto o coração, os rins ou até mesmo os pulmões perto deste orgão são meros adereços. Enfim haja paciência!!!
O falo, principalmente o português, é a personagem principal do livro do sexólogo Nuno Monteiro Pereira «O pénis - da masculinidade ao órgão masculino», acabado de lançar pela editora Lidel, com o qual o leitor fica a conhecer vários estudos sobre a identidade, o culto e as características deste órgão.
Trata-se de investigações que revelam, por exemplo, como andam insatisfeitos alguns homens portugueses com o tamanho do seu órgão sexual, mesmo que em algumas situações não existam razões (tamanhos) que o justifiquem.
Outras há que as legitimam e exigem mesmo intervenções, do foro médico e psicológico.
Nuno Monteiro Pereira sintetiza nesta obra a investigação realizada sobre a dimensão peniana do homem português, concluindo que o comprimento médio do pénis português é de 9,85 centímetros, quando flácido, e de 15,82 centímetros, em estado erecto.
Medidas que não ficam por aqui, pois nem todos os pénis portugueses se revelam iguais, ou não fosse este «um dos mais aperfeiçoados órgãos copuladores da natureza», conforme lembra o autor.
Na sua pesquisa, Nuno Monteiro Pereira confirmou o mito popular que atribui um pénis maior aos homens de raça negra, já que estes possuem, em média, um falo com 11,90 centímetros, em flacidez, e 17,64 centímetros em estiramento (alongado).
Pelo contrário, o especialista deitou por terra «o mito popular de que os homens mais baixos possuiriam um pénis maior», pois os mais baixos contam com menos centímetros (também no falo) do que os altos, da mesma forma que os mais gordos «possuem uma dimensão peniana inferior aos homens mais magros».
Os pénis têm, contudo, muitos mais tamanhos e feitios. Há o micropénis (6,2 centímetros flácido e 10,9 centímetros em estiramento), o pénis pequeno (en tre 6,3 e oito centímetros em flacidez e 11 e 13 centímetros em estiramento), o pénis normal (entre 8,1 e 11,7 centímetros em flacidez e 13,1 e 17,2 centímetros em estiramento), o pénis grande (entre 11,8 e 13,5 centímetros flácido e 17,3 e 19,4 centímetros em estiramento) e o mega-pénis, com mais do que 13,6 centímetros flácido e mais do que 19,5 centímetros em estiramento.
Existem pénis em Portugal com 1% da população (cerca de 50 mil portugueses) possui um megapénis, e muitos gostariam de o não ter. Já pénis exagerados (cujo perímetro em flacidez ultrapassa os 11,6 centímetros) encontram-se em 4,8% da população masculina (240 mil portugueses).
26 de fevereiro de 2007
o Amor é fodido...mais conversa para quê...
ELOGIO AO AMOR - Miguel Esteves Cardoso in Expresso
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.
15 de fevereiro de 2007
Peço a vossa atenção para esta notícia:
FONTE: www.meiosepublicidade.pt , 15 de Fevereiro de 2007
E agora pergunto-me eu! que material estranho têm os senhores e senhoras em vez de cérebro para criar e divulgar semelhante estupidez! Até arrisco em dizer serradura! Ou o que estariam a pensar quando deitaram cá para fora esta “coisa”.
Isto é de facto ofensivo para nós solteiros, para qualquer mulher que se preze e para qualquer pessoa da publicidade e/ou comunicação por tamanha vergonha de campanha.
Ainda para mais, tendo em conta que a associação responsável por esta campanha tem uma postura bastante louvável em relação a várias matérias, como a Interrupção Voluntária da Gravidez e representa de facto um importante papel na sociedade civil com campanhas de prevenção e sensibilização em relação à contracepção e planeamento familiar.
Assim peço encarecidamente a estes senhores para reconsiderarem esta campanha e este slogan, primeiro porque de facto faz parecer que só as mulheres têm doenças sexualmente transmissíveis e são causadoras dos problemas todos do mundo, nomeadamente das desgraças masculinas, isto já para não falar na descriminarão em relação à comunidade homossexual.
Para mais informações sobre a associação e a campanha podem consultar o site www.apf.pt .
12 de fevereiro de 2007
Beleza...uma porra...cansada de ser sexy!
Ao falar por mim, que até sou uma rapariga jeitosa e bonita, a vida não é tão fácil como pode parecer aos meus queridos amigos. É claro que, muito provavelmente consigo mais facilmente que alguém se interesse por mim que qualquer outra que não tenha sido presenteada pelos santos paizinhos (como eu), mas muito provavelmente não passa disso mesmo, interesse.
O que é positivo em algumas ocasiões, como na altura de nos darem prioridade nas filas de trânsito, de ser atendida de imediato no mecânico, de ter copos de borla, de nos ajudarem a carregar os sacos das compras, enfim tem de facto algumas vantangens, mas estas são puramente materiais, o que é claramente uma desvantagem, muito porque a ultima coisa que uma mulher quer (digo eu) é ser tratada tipo um objecto de desejo puro e duro (ou não...). Sabendo que na maioria das vezes o interesse em nós não passa disso mesmo e que nem sequer querem saber quem somos, o que fazemos, que temos um curso superior...preferem pensar em nós de boca fechada e só a sorrir. E conseguir encontrar alguém que não pense assim, é como andar com uma vela na mão em dia de chuva e esperar que não se apague! Mas obviamente como me está sempre a lembrar uma amiga...que os(as) há, há! É preciso é saber procurar e ter grandes doses de paciência.
Pois no caso de uma rapariga “menos dotada” em termos de beleza puramente fisica, (porque há pessoas que são lindas por dentro), pelo menos quando alguém se interessa por elas muito provavelmente será mais verdadeiro e menos superficial, logo serão menos frustradas e provavelmente menos sofridas...ou não. Caramba uma pessoa nunca está contente com o que tem!
9 de fevereiro de 2007
“Solteiros” grupo de risco??
8 de fevereiro de 2007
Vamos dar voz também aos homens...
NL.: Noir_Lulu, Eu
MF.: Male Friend. O meu grande amigo, obrigada lindo!
NL.: Como vêm os homens de mais de 30 uma mulher?
MF.: Basicamente continuamos a pensar como os de 15 os de 20 e os de 25 etc....e por aí adiante.
Isso não tem a ver directamente com o facto de seres homem ou não. Os instintos estão sempre lá e à flor da pele. Trata-se de os conseguires controlar, trata-se de saber se estás bem acompanhado, se não tens oportunidade (isso muitas vezes é que estraga tudo) e de estares mentalmente disponível para determinado tipo de mulher.
As mulheres como tu requerem um tipo de pré-disposição que não é muito habitual. Outro tipo de mulheres, tipo flausina, não é preciso pré-disposiçaõ nenhuma. É so quereres...
NL.: pré-disposição que não é muito habitual?
MF: A maior parte dos homens quando está ao ataque não quer ninguém que d~e muita luta, certo? É só para curtir uns tempos.
é este tipo de pré-disposição.
Mas nós somos muito básicos - ATENÇÃO!
Desde que tenhamos copos, amigos, umas gaijas, futebol ou outro desporto qq, está tudo bem.
NL.: Bem me parecia...
MF.: De resto as coisas são dispensáveis para nós.
NL.: e que porque consideram que ter (a certa altura) uma mulher é importante?...se é que sequer pensam nisso
MF.: Isso, normalmente, não é uma coisa premeditada. Aparece naturalmente. quano vais à caça, não!
Apaixonares-te por alguém surge naturalmente, certo?
NL.: Certo
MF.: Normalmente os homens pensam assim:
Hey que gaja boa! Saltava-lhe em cima!
Quando não dizemos nada aos amigos e nos metemos com ela é pq normalmente lhe achamos piada
NL.: gostei dessa teoria...do não dizer aos amigos (risos)
mas essa tendência do tipo a fazer-se à tipa não está cada vez mais a perder-se?
MF.: Talvez...mas vai-se diluindo um bocado por que vocês também atacam!
NL.: e isso é mau?
MF. :É giro, toda a gente gosta de se sentir desejada, certo?
NL.: claro faz sentido
e achas q uma mulher deve dizer verdadeiramente aquilo que sente, ou de facto deves ter aqueles jogos idiotas do agora não falo agora não ligo, blá blá?
MF.: Sem exageros são interessantes. O que é fácil perde o interesse e o que é demasiado difícil torna-se aborrecido. É preciso conhecer as pessoas e perceber a melhor maneira de "jogar" com elas.
Interessantes e não interessantes.
NL.: Só isso?
MF.: Sim it's all that matters.
NL.: Então o q é para ti uma mulher interessante?
MF.: O "certo je ne sais quoi" faz toda a diferença!
Tu
NL.: obrigada (a corar)
MF.: Sim, mas não compliques as coisas isso é o mal das mulheres interessantes
NL.: E quando é o momento que devemos desistir de alguém?
MF.: Não há uma fórmula para isso, infelizmente...
Mas quando não nos sentimos desejados, respeitados, etc..é altura de ir!
A luta é boa, mas tem limites.
NL.: Percebo-te.
MF.: Porquê complicar?
Ou se quer ou não se quer.
Sim...
NL.: Tens toda a razão. Beijos. Brigados
MF: Acho que já respondi!
NL.: sim
MF.: Ou então quando encontras outra pessoa.
NL.: Pois essa tb é smp uma hipótese viável (risos)
MF.: Parece muito frio dizer isto, mas é o que muitas vezes acontece. Sem escândalos nem nada do género. Acontece.
Beijocas
NL.: Claro q n. è a vida. Faz parte dela.
fica bem
MF.: Por isso é as relações devem ser sempre interessantes com pessoas interessantes e interessadas.
NL.: Parece-me uma boa máxima
MF.: Depois mando -te a conta
NL.: Ok!!!
7 de fevereiro de 2007
Uma letra enviada por uma amiga, para colocar neste blog.
Kelis - Trick Me
Wooo
This is It Yeah
Wooo
Said I've paid my dues all that i've done
And I showed you that I love you more than once
Theres nothing left there to decide
Said you might trick me once
I won't let you trick me twice
Freedom to us has alwayz been a trick
Freedom to u has alwayz been who ever landed on your
dick
Seen it in you one too many times
Said you might trick me once
I won't let you trick me twice no
Might trick me once
I won't let you trick me twice
Might trick me once
I won't let you trick me twice no
Might trick me once
I won't let you trick me twice
No I won't let you trick me twice
Those days are old and overdone
And it's only cause i'm not with you that you make me
number one
Though I may love you
It hurts me deep inside Oh
Now you no longer have to hide
I used to be down with the late night hit
Started gettin' heavy when I really wasn't ready
Used my past to get in my mind
So I fell for your lies like all the time
I thought you were the shit to be playin around
Call the police theres a mad girl in town
Could'nt get even here without a sound
It's not how I wanna get down Yeah (You)
Might trick me once
I won't let you trick me twice
Might trick me once
I won't let you trick me twice no
Might trick me once
I won't let you trick me twice
No I won't let you trick me twice
No I won't let you trick me twice
And I've paid my dues all that i've done
And I showed you that I love you more than once
Theres nothing left there to decide
Ooh Trick me I won't let you trick me twice
You might trick me once
I won't let me trick you twice
You might trick me once
No I won't let me trick you twice no
You might trick me once
No I won't let me trick you twice
Woooo
Peace
Woooo
Woooo
Woooo


